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Após ouvir jornalista paraguaio, polícia reforça tese de execução por teor de reportagens

Após ouvir jornalista paraguaio, polícia reforça tese de execução por teor de reportagens

16 fevereiro 2012 - 16h00
Midiamax


Uma conversa preliminar, entre investigadores da 1ª D.P. (Delegacia de Polícia) de Ponta Porã e o jornalista paraguaio Cândido Figueiredo, amigo do escritor e jornalista Paulo Rocaro, 51 anos, assassinado na noite de domingo (11), reforçou a linha de investigação da Polícia, de execução por conta do teor de suas reportagens.


“Continuamos a trabalhar com a hipótese de execução, por conta das características do crime e das matérias de jornalismo investigativo na fronteira que ele escrevia. Os textos estão sendo analisados e até algo que pudesse ser escrito, baseado nos telefonemas que ele recebia e também mais ligava. Estamos juntando todos os números e vamos pedir a quebra de sigilo telefônico para a Justiça”, explica o delegado Odorico Mesquita, responsável pelas investigações.


Nesta quarta-feira (15), segundo o delegado, a esposa e o filho do jornalista prestarão depoimento. “Já temos o depoimento de quatro colegas de trabalho e amigos e hoje vamos ouvir a família. Também pedimos imagens de três câmeras de comércios próximos ao local do crime e estamos aguardando”, diz o delegado.


Questionado pela imprensa a respeito de uma motivação política para a execução do jornalista, na manhã desta quarta-feira (15), o governador André Puccinelli lamentou a morte e disse que seria um absurdo matar um jornalista por causa de questões políticas.


“Saliento que é importante que qualquer crime de pistolagem seja investigado e a nossa corporação militar está no local para contribuir nas investigações”, afirmou o governador.

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