Menu
Busca quinta, 22 de outubro de 2020

Petrobras tem prejuízo de R$ 1,246 bilhão no primeiro trimestre

13 maio 2016 - 09h30Por Agência Brasil
A Petrobras registrou prejuízo de R$ 1,246 milhão no 1º trimestre de 2016 na comparação com o mesmo período do ano anterior. De acordo com a estatal, o resultado sofreu impacto do aumento das despesas de juros e variações monetárias e cambiais negativas, que atingiram R$ 9,579 bilhões.

A empresa diz que a redução de 7% na produção de petróleo e gás natural, a queda de 8% na venda de derivados no mercado doméstico, aumento dos custos com depreciação, e mais gastos com ociosidade de equipamentos, principalmente, de sondas, também contribuíram para o mau resultado.

Os números foram divulgados ontem (12) pela Petrobras em comunicado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Após a divulgação, a diretoria da estatal explica os resultados em entrevista coletiva.

O fluxo de caixa livre ficou positivo em R$ 2,381 bilhões nos primeiros três meses de 2016, no mesmo período de 2015 tinha sido negativo em R$ 1,253 bilhão. O motivo, segundo a companhia, foram maiores margens de diesel e de gasolina no mercado interno, menores gastos com participações governamentais e importações, e redução dos investimentos.

De acordo com a Petrobras, o endividamento bruto em reais da empresa caiu 9% e passou de R$ 492,849 bilhões em 31 de dezembro de 2015 para cerca de R$ 450 bilhões.

A produção total de petróleo e gás natural da Petrobras alcançou no primeiro trimestre 2,616 milhões de barris de óleo equivalente por dia, o que representou redução de 7%. Já a produção de derivados no Brasil ficou estável, somando 1,958 milhão de barris por dia. As vendas no mercado doméstico atingiram 2 milhões de barris por dia.

Deixe seu Comentário

Leia Também

ECONOMIA
Ipea revisa para cima projeção do PIB do agronegócio
JUSTIÇA
Júri de sobrinho acusado de matar tio pelas costas será nesta sexta-feira
ECONOMIA
Receita abre amanhã consulta ao lote residual de restituição do IRPF
JUSTIÇA
Fux diz que atuação do STF na pandemia está na vanguarda mundial