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Reajuste salarial

Ação de auditores da Receita causa fila na fronteira de MS

Ação de auditores da Receita causa fila na fronteira de MS

15 julho 2016 - 08h00Por G1
Operação Padrão promovida pelos funcionários da Receita Federal em todo o país nesta quinta-feira (14), provocou a formação de uma longa fila e várias horas de espera para quem tinha que passar pelo posto aduaneiro Esdras, fronteira do Brasil com a Bolívia, em Corumbá, a 415 quilômetros de Campo Grande.

Segundo o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco), a manifestação acontecerá duas vezes por semana, às terças e quintas, em resposta ao atraso do governo federal em enviar um projeto de lei ao Congresso para reajustar os salários da categoria.

De acordo com o auditor fiscal, Hermano Toscano, alguns serviços como a vigilância e a repressão ao tráfico e ao contrabando, atendimento ao contribuinte foram suspensos nesta quinta-feira. O efetivo do posto, que é de apenas dois servidores por plantão, foi reforçado com auditores e analistas para a operação Padrão.

Em média passam pelo local, conforme o auditor, entre mil e dois mil veículos por dia e apesar da grande movimentação, a fiscalização que é feita por amostragem, não provoca a formação de filas. Na operação desta quinta, todos os veículos e pessoas que estão passando pelo local estão sendo fiscalizados. O tempo de espera na fila está entre uma e duas horas.

A espera fez com a fila passasse a ocupar mais de uma faixa da estrada que leva até o posto, causando além do congestionamento, uma grande confusão no trânsito o que levou até mesmo alguns condutores a desistirem de tentar atravessar a fronteira.

Já em Ponta Porã, fronteira com o Paraguai, auditor fiscal da Receita Federal do Brasil e inspetor chefe substituto da Inspetoria da Receita Federal no município, Marcial Cézar Marques Pinazo, conta que como houve ampla divulgação de que o movimento ocorreria em dias pré estipulados, terças e quintas-feiras, as pessoas que precisam utilizar os serviços do órgão se organizaram para encaminhar as demandas previamente.

"Em princípio não houve mudança. Está normal até o momento", diz ele, completando que a unidade atende em média as demandas de importação e exportação de 60 caminhões por dia e que o prazo de liberação da documentação é de cerca de dois dias. Entretanto, com o movimento, ele alerta que pode ocorrer acúmulo de trabalho e esse prazo saltar para sete dias.

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