26/05/2014 16h19

Alunos brasileiros acusam a Universidade UNINORTE de Pedro Juan Caballero propaganda enganosa e maus tratos

 
 

Um retrato surpreendente e sombrio descrito por estudantes brasileiros que procuram a fronteira com o país vizinho, o Paraguai, chegou até nós. Segundo denúncia de um grupo representativo feita a Imprensa, a situação daqueles que procuram a Universidade UNINORTE em Pedro Juan Caballero Paraguai em busca de formação em Medicina é bastante delicada. Diante da gravidade da situação, enviamos um repórter para apurar as denúncias e constatamos algumas das alegações e inclusive, tivemos conhecimento na cidade fronteiriça de outras informações ainda mais preocupantes.

A afirmação mais comum e repetida por todos é a de que a UNINORTE tem instalações precárias, cadeiras desconfortáveis, salas insuficientes e superlotação, ainda o que mais chama a atenção é a falta de compromissos com a carga horária da instituição e com professores que teoricamente não cumpri horário e quando vem dar aula chega atrasado e termina antes do horário previsto causando um prejuízo acadêmico de mais de 40% ou seja, falam que tem uma certa quantidade de horas no papel mas na pratica a verdade é bem diferente, tendo uma perca que teria muito mais alunos do que tem condições de acomodar. Outra reclamação recorrente é sobre a falta de aulas e de professor. Ainda segundo a denuncia, há situações em que algumas turmas chegam a ter somente 3 horas de aula por semana. Professores faltam muito, deixando estudantes irritados e descontentes. Questionamos então, porque não se mobilizam para reivindicar junto a Direção e funcionários da faculdade; aí veio o mais estarrecedor. Não bastasse a extrema falta de respeito com que são tratados, mal atendidos e discriminados, recebemos uma foto de uma conversa entre uma aluna e um funcionário da UNINORTE, tratando a mesma com um descaso impressionante e utilizando até palavras de baixo calão, um verdadeiro ABSURDO!

Durante nossa visita a Pedro Juan Caballero não conseguimos ser recebidos por nenhum Diretor da Uninorte, mas falamos com dezenas de estudantes, que confirmaram os acontecimentos e inclusive a repercussão do caso da aluna agredida verbalmente pelo funcionário nas redes sociais, com conteúdo xenofóbico e discriminatório, verdadeiro caso de cadeia. Desses mesmos alunos foi que recebemos a denuncia mais grave de todas: um dos Diretores da Uninorte é também Diretor do Hospital Regional de Pedro Juan Caballero e responsável pela área de imagenologia do mesmo. Soubemos que o Hospital conta com aparelhos de ultima geração em Raio-X e Mamografia, avaliados em cerca de meio milhão de dólares e que estão em desuso pela alegação do Diretor de que não há Radiologista. Apuramos que em frente ao Hospital, há uma Clinica de Diagnóstico por Imagem, a qual conta em seu quadro societário nada mais, nada menos que o referido Diretor. Parece estar configurado um belo conflito de interesses aqui, havendo, obviamente predileção para o interesse privado em detrimento do interesse público.

Em suma, é importante ao estudante brasileiro interessado em estudar Medicina no Paraguai, em Pedro Juan Caballero, tomar cuidado com esmolas grandes demais. Uninorte hoje está mais para arapuca do que pra fábrica de realização de sonhos!

Redação



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