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Após protesto, Sesai liberará mais cinco viaturas para o atendimento às aldeias

04 março 2016 - 19h42Por Fonte: douradosnews
Depois da manifestação desta quinta-feira (04) realizada por indígenas e profissionais da saúde que atendem a demanda das aldeias.A Sesai (Secretaria Especial de Saúde Indígena) de Dourados afirmou que disponibilizará mais cinco viaturas para os atendimentos nos próximos dias.

A posição foi relatada a representantes do movimento na manhã desta sexta-feira (04) em reunião na Sesai de Dourados.

De acordo com Ilário da Silva, coordenador da Sesai, essas viaturas já estão sendo encaminhadas para consertos e com isso dependerá dos procedimentos a serem executados nessas para se determinar o prazo para que estejam aptas para uso.

"Essas serão arrumadas e ajudarão na situação que está. O tempo para o término do conserto deve ser de uma semana, mas depende do que as oficinas nos passarem", comentou.

Ainda conforme ele, será feito o levantamento da situação de outras sete viaturas para que se possa analisar se poderão ou não voltar a "rodar" e em quanto tempo. Ele cita ainda que há a busca com a secretaria em Brasília para novas viaturas, porém, ainda não se tem prazo para que isso ocorra.

"Vamos fazer uma análise de como estão os outros veículos e definir o que será feito com os mesmos. Nós estamos buscando com a sede novos veículos, porém, ainda não posso afirmar quando isso acontecerá", comenta.

Ilário voltou a comentar que a terceirização é uma busca nessa questão e que deverá ajudar a manter o número ideal de viaturas aptas para o serviço.

"Dentro de dois a três meses, essa parte será terceirizada e acreditamos que vá melhorar muito essa circunstância", comentou.

A questão da precária situação das estradas que dão acesso às aldeias foi citada como um grande problema pelo coordenador. Segundo ele, essa questão aliada ao fato de alguns veículos serem velhos, favoreceu ao "colapso" na frota de veículos e uma parceira é buscada com a administração municipal para amenizar essas condições.

"Alguns carros já eram antigos e com a situação das estradas sofreram danos. Esse é um ponto que contribui para o colapso e precisa de atenção para contribuir a boa conservação das viaturas", pontuou.

Para o líder indígena Silvio de Leão, o que foi definido pela secretaria está distante de suprir o que se precisa no momento. Ele afirma que diante das explicações do órgão, houve a compreensão por parte dos manifestantes, mas que haverá a cobrança de que essa situação seja solucionada por completo.

"Não é satisfatório, mas tivemos que entender, pois foi nos passado que há a falta de recurso para a demanda e que há muita burocracia envolvida. Estaremos atentos e acompanharemos a liberação de outros veículos e iremos cobrar caso isso não aconteça, lutaremos para que haja um número ideal para atender a comunidade indígena", destacou.

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