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"Essa questão afeta diretamente todos os comerciantes da cidade", enfatizou Eduardo Gauna, presidente da entidade

"Essa questão afeta diretamente todos os comerciantes da cidade", enfatizou Eduardo Gauna, presidente da entidade

22 junho 2012 - 09h05
Divulgação (TP)

Não há quem não perca a paciência com a confusão em que se transformou o trânsito de Ponta Porã. Apesar das amplas avenidas que cortam a cidade, dirigir na área central, principalmente entre a Rua Presidente Vargas e a Rua Guia Lopes, tanto pela Avenida Brasil como pela Marechal Floriano, é um exercício para os nervos.



Na hora do “rush” então, nem se fala. Os veículos andam a 10, no máximo 20 km/h, engarrafam tanto nas rotatórias, quanto nos semáforos. O volume de carros e de motos transitando pela cidade é realmente assustador. Não bastasse toda a frota de Ponta Porã, há os veículos do Paraguai e os milhares de turistas que visitam a fronteira, todo mundo junto num espaço que é extremamente pequeno para isto.



Estacionar é outra façanha. Exige muita calma e outras tantas voltas pelo quarteirão até que alguém ceda uma vaga. Deve ser por isto que muita gente desrespeita as vagas destinadas para os deficientes físicos, os idosos e até para a Polícia Militar. Mas, isto também não está certo. O que está certo é tomar uma providência para resolver o problema.



Como a questão afeta diretamente o comércio e o empresariado local, a diretoria da Associação Comercial e Empresarial de Ponta Porã (ACEPP) está buscando uma solução. O presidente da entidade, Eduardo Gaúna, disse nesta terça-feira (19) que a ACEPP fará uma pesquisa em todo o comércio local, para ouvir sugestões dos empresários.



Há quem prefira a implantação da Zona Azul, outros preferem diminuir as calçadas e construir estacionamentos oblíquos, outros votam pela derrubada de árvores. Enfim, existem muitas opiniões diferentes e, por isto, a ACEPP quer saber o que pensa a maioria.



Concluída a pesquisa e exposta a opção que for mais votada, a ACEPP “vai contratar um engenheiro de trânsito, especializado no assunto, seja aqui no Estado, no Paraná, ou em São Paulo, para que ele avalie o quadro e elabore um projeto minucioso do que deverá ser feito”, acrescentou Gaúna.



Depois de pronto o projeto – continuou – aí sim vai chegar a vez da Prefeitura Municipal. Eduardo deixou claro que “nós não queremos ensinar o Padre Nosso ao vigário, mas que o problema existe, todo mundo sabe, inclusive o prefeito”. Disse mais: “não queremos cobrar do município somente a solução para a crise. A gente sabe que a cidade tem muitos problemas. Por isto, queremos nos reunir com o prefeito e entregar para ele a solução. Daí vai ser só executar”, concluiu.

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