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Educação promove a inclusão digital em Ponta Porã

21 setembro 2011 - 14h50
Computadores utilizados pelos alunos durante o dia são disponibilizados para a comunidade aprender informática gratuitamente no período noturno

Divulgação (TP)

Em Ponta Porã, várias escolas da Rede Municipal de Ensino, abrem as portas das salas de tecnologia para que, além dos alunos, os profissionais que trabalham nas escolas e a comunidade possam aprender informática.

A inclusão digital tornou-se uma prioridade na administração do prefeito Flávio Kayatt que já adquiriu mais de mil computadores para as escolas municipais. Tanto as escolas urbanas quanto as rurais possuem salas de tecnologia, equipadas com computadores de última geração. O equipamento utilizado nas aulas durante o dia é disponibilizado para a comunidade aprender informática no período noturno.

Na área urbana os cursos são oferecidos gratuitamente no NTEM – Núcleo de Tecnologia Educacional Municipal e nos CAAT- Centros de Aprendizagem e Aperfeiçoamento Tecnológico instalados nas escolas Conceição Capiberibe Saldanha (Bairro Altos da Glória, região sul da cidade), Ramiro Noronha (Centro e Bairro da Granja), Ignês Andreazza, Marcondes Fernandes (Residencial Ponta Porã) e Cooporã (região do Jardim Independência).

No Assentamento Itamarati os cursos são oferecidos na Casa Digital.

A primeira turma formada na Escola Andreazza recebeu os certificados nesta terça-feira. Os secretários Leny Klais (Educação) e Helio Peluffo Filho (Infraestrutura e Meio Ambiente), participaram da solenidade realizada no anfiteatro da Prefeitura.
São 168 formados no curso de informática básica. Outros 37 formandos do curso de também receberam os certificados.

Os cursos são oferecidos por profissionais capacitados no NTEM. A estudante Janaina Aparecida Lima disse que fez o curso de informática básica para conquistar uma vaga no mercado de trabalho que está exigente. “Todas as empresas querem pessoas qualificadas e saber utilizar um computador é o mínimo que se exige. Fiz o curso também para fazer os trabalhos escolares e me preparar para a faculdade. Antes eu apresentava um trabalho em cartolina. Hoje uso o Power Point”, afirmou a estudante, destacando a importância de ter aprendido computação.

O motorista Luis Villalba, de 61 anos de idade, também concluiu o curso de informática básica. “Eu nem imaginava que um dia iria mexer num computador. Antes ficava só olhando, admirado, os mais novos, mexendo nesta ferramenta. Agora posso falar com meus filhos que moram longe através da internet”.

O professor Roney Dourisboure Marques, que trabalha na Escola Municipal Graça de Deus, destacou que a sala de tecnologia atende uma comunidade formada por filhos de trabalhadores rurais e crianças indígenas. “É emocionante ver uma criança que nasceu no campo ter acesso às tecnologias do mundo atual. Hoje o professor que não usa estes recursos corre o risco de sumir do mercado de trabalho”, enfatizou.

A coordenadora do NTEM, Ruth Derzi, disse que a instalação das salas de tecnologia equipara as escolas da Rede Municipal de Ensino às melhores escolas particulares da cidade. “A Prefeitura tem investido bastante nesta área. Todas as escolas urbanas e rurais possuem computadores como recurso pedagógico. Isso eleva a qualidade do ensino”, assegurou.

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