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Helio Peluffo Filho, esteve no local e, juntamente com homens do Corpo de Bombeiros avaliou a situação

Helio Peluffo Filho, esteve no local e, juntamente com homens do Corpo de Bombeiros avaliou a situação

30 dezembro 2011 - 09h24
Divulgação (TP)

A tão esperada chuva trouxe alívio para agricultores e também moradores da cidade que sofriam com os efeitos da longa estiagem. Porém, também trouxe uma triste notícia para os pontaporanenses: o vendaval registrado na tarde desta quinta-feira provocou a destruição de um dos monumentos históricos de Ponta Porã, a Figueira Histórica, ao lado da Prefeitura.

A árvore não resistiu ao temporal e teve o tronco partido em quatro pedaços. A queda da arvore também provocou prejuízos e um susto em várias pessoas. Dois veículos _ um deles, uma camionete da Prefeitura _ foram atingidos por galhos da figueira.

A camionete passava pelo local na hora em que a árvore caiu. Um servidor da Secretaria Municipal de Infraestrutura ficou ferido. O outro carro, um Gol, estava estacionado na Rua Antônio João e ficou bastante danificado.

Servidores da Secretaria Municipal de Infraestrutura foram acionados para efetuar a limpeza do local, uma vez que parte da árvore histórica bloqueava a passagem de veículos na Antônio João. A Policia Militar auxiliou o trabalho fechando o trânsito na Rua Antônio João.

O secretário municipal de Infraestrutura, Helio Peluffo Filho, esteve no local e, juntamente com homens do Corpo de Bombeiros avaliou a situação.

“Infelizmente a tendência é de que tenhamos que cortar o que sobrou da árvore. Mas a decisão só será tomada depois de uma nova avaliação, mais detalhada. Lamentamos a perda de um dos patrimônios históricos de Ponta Porã. Porém, a força da natureza é implacável. Não tem como impedir que estas coisas aconteçam”, declarou o secretário.


A Figueira faz parte do Patrimônio Histórico do Município. Seu tombamento foi assegurado através de Lei Municipal. Ela simboliza o início da criação de Ponta Porã que, em 2012, vai comemorar o primeiro centenário de emancipação política-administrativa.

Foi em torno da Figueira que surgiram as primeiras casas da cidade. Portanto, a arvore é mais antiga do que o Município.

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