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Mulheres são vítimas de golpe de presidiários em Ponta Porã

Mulheres são vítimas de golpe de presidiários em Ponta Porã

10 janeiro 2012 - 13h40
Divulgação

Policiais foram chamados para atender uma solicitação na rua Guia Lopes, na área central e no local, em contato com a comunicante/vítima de 24 anos, esta relatou que estava em sua casa quando sua irmã (vitima) ligou pedindo ajuda para resgatar um prêmio que supostamente teria ganhado.

Na casa da irmã, a mesma contou a história que no dia anterior entrou em contato com um atendente a respeito da tentativa de resgate de um prêmio, da promoção da operadora Tim, que estava inscrita, e já teria entrado em contato com o suposto atendente de nome José Felipe Souza Filho do setor 3 de promoção e cadastramento, cujo protocolo de atendimento seria de n° 201225625613792.

O suposto atendente perguntou em qual banco a irmã da comunicante (vítima) possuía conta bancária e pediu para que a mesma se dirigisse a agência para realizar a transferência do suposto prêmio de R$ 100.000,00 (cem mil reais). Na hora da suposta transferência acabou a bateria do celular da vitima, e não houve mais contato,então a vitima ligou pedindo a ajuda da irmã que a par da situação tentaram contato novamente, e após várias tentativas conseguiram contato com o suposto atendente, o qual confirmou dados referentes da vitima (nome), e referente ao próprio atendente (protocolo de atendimento, setor de trabalho), e em seguida o mesmo perguntou se a vítima teria mesmo se inscrito na promoção da Tim, confirmado realmente pela vítima a inscrição de uma promoção.

O atendente conferiu a senha que a vítima possuía e em seguida o mesmo disse que a vítima era mesmo ganhadora de um prêmio de R$ 100.000,00 (cem mil reais) e que poderia comemorar, pedindo que ficasse calma e perguntou novamente qual seria a agência bancária para melhor resgate do prêmio; posteriormente pediu para que a vítima fosse até a agência bancaria, tirasse um extrato da conta bancária para que os valores não fossem confundidos com os que ele ia mandar. A todo o momento o atendente dizia que era de uma empresa séria, e perguntava o que as duas iriam fazer com o prêmio quando tivesse em mãos, então o suposto atendente perguntou qual o horário do extrato que as mesmas tiraram, que era 20h40 (horário de Brasília).

Segundo o atendente, na tentativa da transferência o sistema dele teria atentado que a transferência só poderia ter sido realizado até as 19h (horário de Brasília) e que tinha outro meio de resgate do prêmio, dizendo para a vítima que ela precisava procurar um estabelecimento comercial mais próximo e fazer recargas para a operadora de celular Tim e prontamente a vítima dirigiu-se até a Panificadora Frutal e efetuou recargas para números de celular que o suposto atendente lhe passava, números esses:
(85) 9665-3631 recarga no valor de R$ 50,00 (Cinqüenta Reais);
(85) 9630-8482 recarga no valor de R$ 100,00 (Cem Reais);
(85) 9694-3068 recarga no valor de R$ 100,00 (Cem Reais);
(85) 9644-5679 recarga no valor de R$ 100,00 (Cem Reais);
(85) 9726-0319 recarga no valor de R$ 100,00 (Cem Reais);
(85) 9686-9116 recarga no valor de R$ 100,00 (Cem Reais);
(85) 9716-9456 recarga no valor de R$ 100,00 (Cem Reais);
(85) 9630-8482 recarga no valor de R$ 100,00 (Cem Reais);
(85) 9710-1978 recarga no valor de R$ 100,00 (Cem Reais);
(85) 9688-0197 recarga no valor de R$ 100,00 (Cem Reais);
(85) 9688-0197 recarga no valor de R$ 100,00 (Cem Reais);
(85) 9630-8714 recarga no valor de R$ 100,00 (Cem Reais);
(85) 9992-4147 recarga no valor de R$ 100,00 (Cem Reais).


Após estas recargas a dona do estabelecimento comercial alertou que poderia se tratar de um golpe, momento este que a vítima se recusou a efetuar novas recargas. O

suposto atendente confirmou que de fato estava em um presídio e se tratava de um golpe, onde a vítima ouviu várias vozes do telefone, que até então não eram ouvidas.

A vítima desligou o telefone e caiu em desespero informando aos policiais que iria pagar as recargas, sendo encaminhadas até o 1º DP, para as providências cabíveis.



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