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Reitor da UFGD consegue recursos para o HU, mas crise continua

04 agosto 2012 - 00h00
*Fonte: Dourados News


A crise no Hospital Universitário (HU) da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) continua, mesmo com a liberação de recursos emergenciais por parte do governo federal para o pagamento de uma dívida que já ultrapassa os R$ 4,5 milhões.

Na quinta-feira, dia 02 de agosto, o reitor Damião Duque de Farias, esteve no Ministério da Educação e teve a garantia da liberação de R$ 3 milhões das parcelas já destinadas ao hospital via Programa de Reestruturação dos Hospitais Universitários (Rehuf) e de R$ 2 milhões do próprio MEC, como medida emergencial. Mas, segundo ele, esses recursos não solucionam a crise no hospital que tem um déficit mensal de R$ 700 mil. “Paga a dívida, mas outra é gerada mensalmente”, enfatizou.

Desde quarta-feira, o Conselho Gestor do hospital decidiu pela redução gradual no atendimento da Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). Não receberão novos pacientes 06 leitos de UTI adulto e 04 leitos de UTI pediátrico, que estão sem credenciamento, e outros 10 leitos para tratamento de HIV/Aids, que estão credenciados, mas sem financiamentos e sem contratualização. Cada leito de UTI custa aos cofres do hospital R$ 1,5 mil a R$ 4 mil por dia, dependendo da patologia e do tratamento do internado.

A solução, para o diretor geral do HU, professor Wedson Desidério Fernandes, é a regularização dos serviços via nova contratualização, que passará de R$ 2 milhões para R$ 3,3 milhões o repasse mensal do Fundo Municipal de Saúde e Administração Hospitalar de Dourados, que custeia os atendimentos prestados.

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