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Sindicato “fura” greve do HSBC em Ponta Porã

15 junho 2012 - 16h30
Mercosulnews


O Sindicato dos Bancários de Ponta Porã “furou” a greve do HSBC em Ponta Porã, alegando que “não teve tempo de preparar o movimento e elaborar as faixas de protesto”, segundo informaram funcionários da agência local. Com isto, o HSBC, a exemplo do que ocorreu em Amambai, funcionou normalmente nesta quinta-feira, dia da paralisação.
O presidente do sindicato, Carlos Colman foi procurado pela reportagem durante todo o dia de ontem, mas não foi encontrado. Fontes extraoficiais deram conta de que ele e outro dirigente sindicalista estariam viajando. Apenas as agências de Campo Grande, Dourados, Naviraí e Três Lagoas aderiram ao movimento.

NO BRASIL
Os bancários do HSBC paralisaram agências em todo o país nesta quinta-feira (14), em Dia Nacional de Luta em protesto contra a postura da empresa na mesa de negociação. Nas últimas reuniões de negociações o banco não têm apresentado propostas efetivas para os problemas dos trabalhadores.

Em Dourados, a manifestação coordenada pelo Sindicato dos Bancários aconteceu na única agência do banco da cidade, que fica localizada na Avenida Presidente Vargas, esquina com a Avenida Marcelino Pires, região central do município, que permaneceu sem atendimento ao público durante todo o dia, com panfletagem, faixas e carro de som.

Entre os principais pontos da pauta específica de reivindicações dos funcionários da empresa estão temas relacionados ao emprego, terceirização, saúde e condições de trabalho, além de remuneração variável, previdência complementar e segurança bancária. Temas que os representantes do HSBC só têm enrolado nas reuniões de negociações com os trabalhadores.

O protesto dos trabalhadores brasileiros também é em solidariedade aos mais de 4 mil bancários demitidos na América Latina (Colômbia, Paraguai, Peru e Uruguai) em função da venda das atividades do banco inglês nesses países.

No Brasil o HSBC também está demitindo. Uma das principais preocupações dos funcionários é com a proteção ao emprego, vez que, apenas na base de Curitiba e região, o banco desligou mais de 650 funcionários ao longo de 2011.

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