Menu
Busca quinta, 26 de novembro de 2020

Terceira Pesquisa do PROCON constata queda de 0,79% no preço da cesta básica

Terceira Pesquisa do PROCON constata queda de 0,79% no preço da cesta básica

24 novembro 2011 - 17h50
Divulgação (TP)

Em pesquisa realizada em 16/11/2011, o PROCON de Ponta Porã constatou queda de 0,79% no valor dos produtos que compõe a cesta básica do pontaporanense. A banana (-26,31%), cebola (-9,92%), sabão em barra (-7,22%), desinfetante (-13,93%) e sabonete (-32,23%), foram os produtos que apresentaram a maior que, e ajudaram no menor valor apresentado por esse conjunto de produtos neste mês de novembro.

Contudo, a margarina (+13,86%), queijo mussarela fatiado (+8,12%), e papel higiênico (+11,70%), foram os produtos que apresentaram maior alta. O Coordenador Executivo do PROCON, advogado Fábio Caffarena, menciona que “grande parte dos produtos manteve a estabilidade de preços, sobretudo os alimentícios”.

Desta forma, a cesta básica que em outubro teve o valor médio de R$134,49, neste mês de novembro foi valorada em R$133,43, segundo pesquisa realizada com a parceria da FIP/Magsul.

O PROCON alerta aos consumidores que neste mês de dezembro, em razão do alto consumo motivado pelo 13º salário e pelas festas de fim de ano, deve haver elevação nos preços que compõe a cesta básica.

FISCALIZAÇÃO

Por outro lado, em razão da proximidade do fim do ano, o PROCON de Ponta Porã iniciou uma série de atividades que visam orientar e auxiliar os consumidores e o comércio em geral de nossa fronteira.

O primeiro passo foi dado dia 16/11, quando em fiscalização educativa, foram entregues aos comerciantes cópias da Lei Estadual nº2.585/2002, que dispõe normas sobre afixação de preços de produtos e serviços, para conhecimento do consumidor.

A legislação Estadual estabelece que no comércio em geral, a afixação de preços deve ser feita através de etiquetas ou similares afixados diretamente nos bens expostos à venda, ou em vitrines, nas quais constem os preços à vista e em caracteres legíveis, que não podem ser em tamanho menor, as ofertas a prazo.

Esta é a terceira fiscalização neste sentido, sendo que os comércios que permaneceram inertes desde a primeira fiscalização, realizada em 09/12/2010, foram advertidos, de acordo com o estabelecido no art. 3º - I da Lei mencionada.

Convém destacar que os produtos oferecidos em vitrine devem contar com etiqueta que informe o preço a vista, e no caso de informar o preço parcelado, deve obrigatoriamente estar legível o preço a vista, o valor das parcelas, a taxa de juros mensal e anual e, por fim, o valor total do produto parcelado.

Após este período de orientação, o PROCON/PP estará efetuando a autuação dos eventuais infratores, ressaltando-se o fato de que o consumidor, mais uma vez, deve atuar como fiscal, relatando casos de desrespeitos às normas consumeiristas.

Deixe seu Comentário

Leia Também

ECONOMIA
Déficit primário do Governo Central atinge R$ 3,56 bilhões em outubro
MS
Salários dos mais de 79 mil servidores estaduais será depositado nesta sexta-feira
EDUCAÇÃO
AGU: nível superior vale como comprovação em concurso para nível médio
Decisão saiu no Diário Oficial da União de hoje
NOTÍCIAS
Ozonioterapia ajuda na recuperação de onça ferida em incêndio no Pantanal