Menu
Busca sábado, 27 de fevereiro de 2021

Triagem Neonatal: fundamental para garantir saúde ao recém nascido

03 setembro 2011 - 08h50
Triagem Neonatal: fundamental para garantir saúde ao recém nascido

Divulgação (TP)


Em 2001 o Ministério da Saúde criou o Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN) através da Portaria GM/MS nº 822, de 06 de junho de 2001, com os seguintes objetivos específicos: ampliação da cobertura visando 100% dos nascidos vivos, a busca ativa dos pacientes triados, sua confirmação diagnóstica, o acompanhamento e tratamento adequados dos pacientes identificados.

O programa, em Mato Grosso do Sul, tem a coordenação da Secretaria Estadual de Saúde com participação das Secretarias Municipais de Saúde e o Instituto de Pesquisas, Ensino e Diagnósticos da APAE que é referência na realização da Triagem Neonatal no Estado. Atualmente o Programa Neonatal do MS abrange 100,8% dos nascidos vivos e engloba desde o diagnóstico precoce até o acompanhamento e tratamento das doenças feito pela equipe multidisciplinar do próprio IPED/ APAE, que conta com profissionais da área de assistência social, psicologia, pediatria, endocrinologista, hematopediatria, medicina genética, pneumologista, infectologista e nutricionista.

O teste do Pezinho em Mato Grosso do Sul realiza pelo SUS sete exames para detectar seis enfermidades, são elas: Toxoplasmose, Fenilcetonúria, Hipotireoidismo Congênito, Fibrose Cística, Hiperplasia Adrenal Congênita, Anemia Falciforme e outras Hemoglobinopatias. O exame é feito através de um procedimento simples e utilizando papel filtro, se coleta gotas de sangue do calcanhar do recém-nascido, desta maneira fica quase indolor para o bebê. O ideal é que o teste seja realizado após 48 horas de nascimento, já com a criança amamentada, ou no máximo até 30 dias após nascidos.

A Triagem Pré-Natal é dividido em duas fases, são elas:

Primeira Fase: são coletadas gotas de sangue dos dedos da mão da gestante, esta coleta é feita em papel filtro no próprio IPED ou em qualquer unidade de saúde pública do Estado. A partir daí são realizados 16 exames que detectam as seguintes doenças: Toxoplasmose, Rubéola, Citomegalovírus, Sífilis, Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS), Doença de Chagas, Hepatite B e C, Fenilcetonúria Materna, HTLV, Hipotireoidismo e Clamídia.

Segunda Fase: a coleta é feita com o mesmo procedimento realizado na Primeira Fase e deve ser efetuada no 28ª a 30ª semana de gestação, o equivalente ao oitavo mês. Nesta fase são feitos os exames de Toxoplasmose IgM, HIV 1 e 2 e Sífilis Recombinante.

Deixe seu Comentário

Leia Também

GERAL
Satélite brasileiro será lançado na madrugada deste domingo
PARANAÍBA
Polícia Militar tira de circulação mais um casal traficante de drogas
LEGISLATIVO
Deputado Neno Razuk solicita verbas para recapeamento de trecho da MS-487
REGIÃO
PMA autua infrator por construção de dreno poluindo córrego e por manter gado degradando margens