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TELEVISÃO

Fátima Bernardes e “A Grande Família” colocam Globo em uma encruzilhada

11 abril 2019 - 17h00Por Da Redação

As mudanças promovidas pela Globo a partir do fim do “Bem Estar” como programa solo colocaram a direção da emissora em uma encruzilhada.

Ainda que o canal não fale de projetos em desenvolvimento, a entrada de Fernanda Gentil nas manhãs, em dobradinha com Ana Maria Braga, a seguir o atual panorama, deve não rolar.

Extraoficialmente, falou-se na possibilidade de Fátima Bernardes ser transferida para as tardes, mediante uma reforma em seu programa, o que abriria espaço para as duas loiras nas manhãs. Todavia, deflagrada as últimas alterações na programação, com o “Mais Você” (9h) e o “Encontro” (10h30) colados, o cenário se alterou drasticamente.

Na segunda-feira (8/4), Ana Maria e Fátima registraram, respectivamente, 9,6 e 10,1 pontos de média. Na terça-feira (9/4), segundo dados ainda prévios, a loira oscilou para 9,8 pontos e a ex-âncora do “Jornal Nacional” viu sua plateia encolher para 8,6 de média.

Os resultados, festejados pela direção da Globo, afasta, pelo menos por ora, a transferência do “Encontro” para as tardes. Isto é, data hoje, caberá a Fernanda Gentil tocar o projeto que ocupará os espaços da “Sessão da Tarde” e de “O Álbum da Grande Família”.

Pirraça pai, mãe, filha…

Falando no clássico seriado da família Silva, a Globo, novamente, foi pega de surpresa com o sucesso da produção. Na segunda-feira, para se ter uma ideia, “O Álbum da Grande Família” chegou a 21,1 pontos de pico na Grande São Paulo.

Provisório?

Ao ser escalado para fazer a ponte entre a “Sessão da Tarde” e o “Vale a Pena Ver de Novo”, consumada a extinção do “Vídeo Show”, “O Álbum da Grande Família” ficaria no ar de 21 de janeiro a 22 de março. Agora, o programa, bem a cara do público da faixa, vai adentrar o segundo semestre. Inclusive, em razão desses bons resultados, há quem aposte na estreia de Fernanda Gentil no entretenimento só em 2020.

Luz, câmera, ação

Ainda na Globo, há uma corrente que até hoje não aceita o fim do “Vídeo Show”. Profissionais que participaram da última fase do vespertino apontam precipitação por parte da emissora. Claro que ninguém esconde o desgaste do título, pelo contrário. Mas há um discurso uniforme que o programa poderia ter seguido no ar, remodelado, com exibição aos sábados, antes do “Caldeirão do Huck”.

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