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Dana se irrita com recusa de Jones em pegar Sonnen: 'decisão nojenta e egoísta'

23 agosto 2012 - 17h50
Uol

O cancelamento do UFC 151, que aconteceria no próximo dia 1 de setembro, foi classificado pelo presidente da organização, Dana White como um dos seus “piores momentos” no cargo. Nesta terça-feira, o dirigente anunciou que uma lesão tirou Dan Henderson da luta principal, contra o campeão dos meio-pesados Jon Jones, o que inviabilizou todo o card. Mas, além da parte médica, Dana se irritou com o fato de Jones não ter aceito Chael Sonnen como rival, como lhe foi sugerido, e disse que a recusa foi "nojenta e egoísta".

“Chael Sonnen aceitou a luta com Jon Jones na última noite. Lá pelas oito ou nove horas da noite de ontem, aconteceu o que achei que não aconteceria em milhões de anos. Jon Jones disse ‘eu não enfrentarei Chael Sonnen com um aviso a oito dias do evento’. Isso nunca tinha acontecido com um campeão do UFC”, relatou Dana White, em uma conferência por telefone marcada às pressas.

O dirigente não escondeu a irritação, pelo fato de Jon Jones ser uma das maiores estrelas do evento e, com sua decisão, todo o investimento que foi feito no UFC 151 ter ido por água abaixo. Agora, Jones fará uma nova luta com Lyoto Machida, no dia 22 de setembro, no Canadá, no que seria o UFC 152 e agora foi renomeado como a edição 151.

“Nós perdemos um monte de dinheiro. Dinheiro que já havia sido gasto. Estamos há oito dias do evento. O quanto isso vai nos machucar eu ainda não sei, pois é a primeira vez que acontece”, explicou o presidente.

Um dos alvos acabou sendo o técnico Greg Jackson, que teria aconselhado Jones a não aceitar uma troca de rival com a luta tão próxima.

“Esse cara é um assassino do esporte. Greg Jackson nunca mais deveria ser entrevistado na vida, só por um psiquiatra”, vociferou White.

Jackson respondeu pouco depois, no “The MMA Show”. “Não acho que seria inteligente. Teríamos três dias para treinar contra um cara do calibre dele (Sonnen). Não quero arruinar o esporte ou cancelar um evento. Não seria uma decisão sábia”.

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