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08 agosto 2012 - 15h55
Uol

Lucas foi vendido ao Paris Saint-Germain, depois da maior negociação do futebol brasileiro. Os franceses vão desembolsar R$ 108,3 milhões para contar com o meia-atacante, a maior revelação são-paulina desde Kaká. O valor supera o que o Chelsea pagou ao Internacional (R$ 80 milhões) para contratar Oscar, outra revelação das categorias de base tricolores. Segundo o São Paulo, os franceses pagarão o valor à vista. Mas o meia-atacante ainda ficará no Brasil até o fim de 2012.


Respeitamos a vontade do jogador, que manifestou o interesse de ir ao Paris Saint-Germain. O São Paulo fica com 75% e ele com 25%. Lucas ficará conosco até o fim do ano emprestado pelo PSG com um seguro. O pagamento é imediato", afirmou o vice-presidente João Paulo de Jesus Lopes. As negociações com os franceses duraram duas semanas.

Pela divisão feita, o clube do Morumbi ficará com mais de R$ 81 milhões, enquanto o jogador e seus agentes ficarão com os outros 25%.

A diretoria espera investir o dinheiro conseguido com a negociação no departamento de futebol e em seu estádio. "Nossa situação financeira é bastante confortável. Mas é óbvio que uma injeção de receita tão substanciosa vai nos permitir vários investimentos no modelo de negócio estádio e no departamento de futebol. É um reforço financeiro que potencializará vários investimentos", afirmou o cartola.

"Ao assinar com um jovem talento da qualidade de Lucas, o Paris Saint-Germain já está preparado para o futuro", comemorou o clube francês. O novo contrato tem valor até julho de 2017.

O meia-atacante era pretendido por pelo menos dois outros grandes clubes do futebol europeu. O que demonstrou mais interesse foi o Manchester United, que fez duas propostas, ambas recusadas pelo São Paulo. A Inter de Milão também entrou na briga pelos direitos de Lucas, mas desistiu diante da força financeira dos franceses. Administrado por um fundo bilionário do Qatar, o Paris Saint-Germain fez a melhor oferta. Mas também pesou o fato de Lucas preferir morar na capital francesa a ter de ir a Manchester.

A proximidade do ex-lateral Leonardo, atual diretor técnico do PSG, com os cartolas brasileiros facilitou a negociação. A presença de brasileiros no elenco parisiense, como Thiago Silva, Alex e Maxwell, foi outro fator que agradou ao meia-atacante.

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