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Após possível trégua, Zeca cobra Delcídio publicamente

30 setembro 2011 - 14h30
Após possível trégua, Zeca cobra Delcídio publicamente

MS Já

A possível trégua entre as duas maiores lideranças petistas no Estado, Zeca do PT e Delcídio do Amaral, para que caminhassem juntos em busca de voltar a comandar o Mato Grosso do Sul e seus principais colégios eleitorais, não durou muito tempo.

Em entrevista ao jornal Correio do Estado, o ex-governador atacou o senador e pediu para que ele pagasse as contas contraidas pelo partido nas eleições de 2010. “Já mandei avisar que só falo com ele quando pagar as contas de 2010 que estão em nome do PT", teria dito Zeca.

Ainda de acordo com a publicação, o valor devido pela sigla é de mais de R$ 1, 3 milhões com o diretório nacional e Delcídio teria se encarregado de intermediar o acerto, o que segundo o ex-governador, até agora não aconteceu.

Esse é apenas mais um episódio envolvendo os dois maiores nomes do PT estadual. Em 2006, na disputa entre Delcídio do Amaral, então candidato ao Governo do Estado contra Andre Puccinelli (PMDB), o petista não obteve apoio do governador Zeca do PT, que contava com a máquina pública para ajudar o senador.

Quatro anos depois, as posições se inverteram e foi a vez de Delcídio 'virar as costas' para Zeca do PT.

Durante a campanha eleitoral, contra o mesmo André Puccinelli, que havia vencido o partido na última eleição, o senador realizou a sua corrida separado do candidato ao governo, Zeca. Em suas reuniões políticas, Delcídio dizia que seria candidato nas eleições de 2014, independente do partido em que estivesse, já Zeca, levava Dagoberto Nogueira ao seu lado em todos os locais que frequentava, avisando que aquele era o seu candidato ao Senado Federal.

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