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Candidato diz: Oposição quer usar saúde como “trampolim político”

Oposição quer usar saúde como “trampolim político”

17 setembro 2012 - 15h50
MS Noticias

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Em defesa da boa continuidade do processo administrativo de Capital, lideranças do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) e aliados políticos se manifestaram para rebater os discursos eleitoreiros que atacam as administrações do grupo em Campo Grande, diante da iminência do pleito, no próximo dia sete de outubro.




O deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM), que foi secretário municipal de saúde por seis anos, na administração do atual prefeito Nelson Trad Filho (PMDB), declarou que os discursos realizados pelos opositores da candidatura de Edson Giroto (PMDB) são embasados em mensagens subliminares, geradas por manipulações de números e distorções a fim de iludir o eleitor. “São aproveitadores que querem usar a saúde como trampolim político”, disse.



Para prestar esclarecimentos, o parlamentar explicou diversas questões relacionadas ao sistema de saúde de Campo Grande e pediu para que a população fique atenta na hora de escolher o candidato da mudança certa em prol da Capital. “Um candidato olha e fala: ‘Campo Grande gasta dois milhões de reais por dia em saúde’. É verdade. São dois mil leitos hospitalares, são 180 leitos de CTI. Cada leito de CTI gasta R$ 3 mil por dia. São necessários quase 200 leitos para atender a todas as crianças de Campo Grande, são 12 mil consultas médicas por dia. Cada consulta médica gera entorno de três exames de sangue. São algo entorno de 30 mil pedidos por dia. Nós fazemos quase 200 mil exames de sangue por mês. Cada consulta gera pelo menos dois medicamentos. Nós somos a maior farmácia pública do Brasil. Cada atendimento público em saúde gera uma demanda que nós temos nos esforçado para atender”, explica.



“Esses R$ 2 milhões que são usados de uma maneira subliminar pelos concorrentes, para que o eleitor pense que é o posto de saúde do seu bairro, mas serve para controlar toda a água que a gente bebe, serve para que a gente fiscalize mais de 16 mil estabelecimentos que comercializam alimentos e por isso nós temos indicadores de qualidade”, pondera Mandetta.



Ainda de acordo com o deputado a saúde de Campo Grande também é responsável por fazer todo o controle de doenças transmissíveis. “Aqui nós abrimos a primeira unidade de resposta rápida. O SAMU de Campo Grande ganhou prêmio de excelência nacional. A maior rede de odontologia pública do país está aqui e depois eu vejo candidato dizendo que se gasta R$ 2 milhões por dia. Fico pensando, será que têm competência para buscar os outros dois que estão faltando? Ou acha que gasta muito e quer reduzir? Porque se for isso, o sofrimento, o retrocesso, a falta de sensibilidade de saber que saúde não é gasto, mas sim investimento em pessoas”, declara.



Mandetta também rebateu a crítica de outro candidato, que disse que Campo Grande deixou de investir R$ 38 milhões em saúde, referindo-se a uma previsão orçamentária do município. “O outro candidato falou que a saúde devolveu R$ 38 milhões no final do ano. Eu fui secretario de saúde e durante seis anos fiz prestação de contas na Câmara de vereadores em audiência publica. Nunca o vi presente, nunca teve a capacidade de destinar uma projeto para a saúde, nunca perguntou quais eram as necessidades da saúde. Ao contrário, solicitou que a saúde de Campo Grande abrisse portas, oferecesse transporte de ambulância, vagas na Santa Casa, e hoje ataca a Santa Casa, que tanto já lhe ajudou. Nós que estamos trabalhando no dia a dia sabemos qual é o tamanho do trabalho da saúde, sabemos que temos que ser solidários, sabemos que temos que melhorar, sabemos que a humanização é um desejo e precisamos de um prefeito que seja sensível ao tema”, finaliza.

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