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Máfia do cigarro arma farsa para incriminar comandante-geral da PM

Máfia do cigarro arma farsa para incriminar comandante-geral da PM

06 fevereiro 2012 - 10h20Por Correio do Estado
Após ter colocado a cabeça do comandante-geral da da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, coronel Carlos Alberto David dos Santos, a prêmio, cotando a sua morte em pouco mais de US$ 100 mil, a máfia do cigarro, lança mão de uma nova estratégia, desta vez tentando envolver o nome do oficial no esquema de contrabando.

Com essa farsa, preparada por militares e usando policiais custodiados no Presídio Militar Estadual, o grupo pretendia fragilizar as ações da PM na repressão ao contrabando, especialmente nas regiões de fronteira, onde recentes operações culminaram com a prisão de pelo menos 26 policiais militares acusados do recebimento de propina para facilitar a passagem do produto paraguaio.

Conforme descoberto nas investigações, a trama começou a ser trabalhada diante do desdobramento das diligências iniciadas nas operações Alvorada Voraz, Fumus Males e Holambra, ofensivas que possibilitaram a prisão de policiais envolvidos com contrabandistas de cigarros.

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