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Deputado defende mais união para combater a doença não só no Brasil, mas nos demais países do Mercosul

Deputado defende mais união para combater a doença não só no Brasil, mas nos demais países do Mercosul

11 janeiro 2012 - 09h48
Divulgação (TP)

A estratégia apresentada pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Mendes Ribeiro Filho, durante visita a Ponta Porã, município que faz divisa com o Paraguai, onde foi descoberto recentemente um novo foco de febre aftosa, prevê a aproximação dos países para fortalecimento do combate a doença. Essa tese tem sido defendida pelo deputado federal Marçal Filho (PMDB/MS), desde o seu primeiro mandato.

O deputado, que tomou posse em dezembro do ano passado, em Montevidéu, como um dos 36 parlamentares brasileiros escolhidos para integrar o Parlamento do Mercosul (Parlasul), enfatiza que há anos vem falando na tribuna da Câmara Federal, da importância da união desses países, além do investimento de recursos e material humano para o controle, erradicação e prevenção de doenças como febre aftosa, peste suína clássica, vaca louca, brucelose e tuberculose, influenza aviária e raiva dos herbívoros, entre outras.

“Essa não é uma tarefa fácil, mas o Mato Grosso do Sul vem fazendo o dever de casa, até porque durante a 79ª Sessão Geral da Assembleia Mundial de Delegados da Organização de Saúde Animal, da qual participei como membro do Parlasul, o diretor-geral da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), Bernard Vallat, anunciou oficialmente que o Estado já está livre de febre aftosa com vacinação”, ressaltou o parlamentar.

Marçal explica que apesar do reconhecimento de área livre de febre aftosa com vacinação ter ocorrido, as portas dos mercados para a carne sul-mato-grossense podem se fechar se os países vizinhos não fizerem a sua parte. “Essa foi uma importante conquista para o nosso Estado, agora o desafio é o reconhecimento de área livre sem vacinação”, informou.

O parlamentar ressalta que não existem fórmulas mágicas para combater a febre aftosa, o tráfico de drogas e armas, o caminho é a união dos países para o reforço da segurança nas regiões de fronteira. “Não tenho dúvidas que o Parlasul dará a atenção mais que especial às questões relativas às fronteiras entre os países membros, como é o caso dos problemas da produção agropecuária, sobretudo, no combate à febre aftosa”, apontou o Deputado.

Marçal relembra que a falta de sanidade animal e de uma ação conjunta entre os países na questão da segurança pública nas fronteiras fez com que, há poucos anos, a febre aftosa entrasse no Brasil através do Paraguai que tem uma política de controle do trânsito de animais muito deficitária. “Passados alguns anos vemos que o problema só foi parcialmente resolvido e ainda assim com o apoio do governo brasileiro, que vem ajudando na vacinação do rebanho do vizinho país”, salientou o parlamentar.

O deputado faz questão de ressaltar o trabalho realizado pelos técnicos de Mato Grosso do Sul, para mapear todo histórico da febre aftosa, apontar os trabalhos realizados para conter o vírus e relatar os investimentos que o governo fez em políticas de sanidade animal em todas as regiões.

“São inegáveis os esforços do Governador André Puccinelli, com apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para livrar o MS do vírus da febre aftosa. Adotamos todas as medidas necessárias durante a Zona de Alta Vigilância (ZAV) e o setor produtivo rural também investiu em sanidade animal para manter a aftosa longe do nosso Estado”, concluiu Marçal.

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