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Ministério da Saúde prorroga vacinação contra sarampo

17 setembro 2011 - 08h10
Ministério da Saúde prorroga vacinação contra sarampo


G1 MS


O Ministério da Saúde anunciou nesta sexta-feira (16) que a campanha nacional de vacinação contra sarampo foi prorrogada nos estados que não atingiram meta de 95% de cobertura do público alvo - crianças de 1 a 7 anos de idade. A vacinação vai continuar até o dia 30 deste mês em todos os municípios de 16 estados e no Distrito Federal.
A campanha vai ser prorrogada até o fim do mês no Acre, no Amapá, no Amazonas, no Pará, em Rondônia, em Roraima, no Tocantins, na Bahia, no Maranhão, na Paraíba, no Piauí, no Rio Grande do Norte, no Paraná, em Goiás, em Mato Grosso, em Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.
Segundo o ministério, mais de 16 milhões de crianças foram imunizadas em todo o país, o que equivale a 94,7% da meta nacional. Apenas dez estados, entretanto, alcançaram a meta de 95% de cobertura, e não precisam continuar a vacinação.

A prorrogação da campanha, segundo o ministério, deve permitir identificar os municípios que não atingiram a meta, para intensificar a campanha nesses locais.

O Ministério da Saúde alega que investiu R$ 146,7 milhões na compra e distribuição das doses, agulhas e seringas, e que repassou mais R$ 16,3 milhões aos estados e municípios, para organizarem a campanha.

A Campanha de vacinação contra o sarampo ocorre em intervalos de três a cinco anos para reforçar a proteção das crianças contra a doença e manter o Brasil sem transmissão disseminada do vírus.

Sintomas

O sarampo é uma doença aguda, altamente contagiosa. Os sintomas mais comuns são febre, tosse seca, manchas avermelhadas, coriza e conjuntivite. A transmissão ocorre de pessoa a pessoa, por meio de secreções expelidas pelo doente ao tossir, falar ou respirar. A vacina é o meio mais eficaz de prevenção.

Em 2011, até 19 de julho, os estados e os municípios notificaram ao Ministério da Saúde a ocorrência de 18 casos de sarampo no Brasil, relacionados vírus do tipo D-4, que circula na Europa. Os seja, são casos importados. As ocorrências foram relatadas nos estados do Rio Grande do Sul (7), Rio de Janeiro (4), São Paulo (3), Bahia (1), Mato Grosso do Sul (1), Piauí (1) e no Distrito Federal (1). Desde 2000, o vírus selvagem não circula em território brasileiro.

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