Menu
Busca quinta, 04 de março de 2021

MS precisa de R$ 1,2 bi para recuperar sete pontos críticos em estradas

MS precisa de R$ 1,2 bi para recuperar sete pontos críticos em estradas

29 outubro 2011 - 09h50
Campograndenews

Realidade divulgada pela 15ª Pesquisa CNT de Rodovias 2011 mostra que Mato Grosso do Sul precisa de, pelo menos, R$ 1,2 bilhão para recuperar 7 trechos críticos nas rodovias que cortam o Estado e mais R$ 146 mil para conservação.

Em Mato Grosso do Sul, apenas 2,6% da malha é considerada em ótimo estado de conservação, índice bem menor que a média do Centro-Oeste, que foi de 6,7%.

Outras 24,6 são consideradas boas aqui no Estado, 40,6%, regulares, 28,5%, ruins; e 2,8% estão em péssimas condições.

No total foram avaliados 4 mil quilômetros entre rodovias federais e estaduais.

A pior situação foi verificada em 103 quilômetros da MS-306, onde a pavimentação é avaliada como ruim e a sinalização como péssima, assim como a geometria – que inclui itens como pista simples de mão dupla, faixa adicional de subida, pontes e viadutos, entre muitas outras variáveis.


As melhores condições estão em duas estradas federais, em 276 quilômetros da BR-158 e em outros 73 da BR-359, na região de Alcinópolis.

Nos trechos que precisam de recuperação, a pesquisa recomenda a reconstrução de 18 quilômetros totalmente destruídos, além da restauração de 568 km com trincas, buracos, ondulações e afundamentos e a manutenção de trecho de outros 1.580 km pelo Estado.

O estudo é realizado por 17 equipes e coordenado pela CNT e pelo Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte, como forma de verificar o que afeta o conforto e a segurança de quem trafega pelas estradas do País. Aqui no Estado, o grupo passou por 8 estradas sob responsabilidade do governo estadual e 12 federais.

No item sinalização, são conferidas as condições das faixas, visibilidade e legibilidade de placas. Da malha analisada em Mato Grosso do Sul, só 4% tiveram sua sinalização classificada como de ótimo estado; 13,3% como bom; 42,5%, regular; 25,2%, ruim e 15%, péssimo.

A pesquisa foi realizada junho a agosto deste ano. Novamente, o Sudeste do País é a região que apresenta as melhores condições de rodovias, 24,6% são classificados como em ótimo estado. Em seguida aparece a Região Sul, com 19,7% do total de 16.199 km analisados como em ótimo estado. O Norte tem o pior desempenho, possui 0,8% das estradas avaliadas como ótimas.

No Centro-Oeste, a média é 6,4% em ótimas condições; 22,7% em bom estado; 35%, regulares; 26,7%, ruins; e 9,1% em péssimo estado.


A Rodovia Guairá-Porã, como é conhecida a 286, que liga a cidade de Guiará no Paraná, a cidade de Ponta Porã, desde que foi entregue no final de 1.985, passou apenas por uma recuperação no inicio do governo Zeca do PT, isso depois que foi instituído o FUNDERSUL.

Hoje a realidade desta estrada é outra completamente esburaca, sem condições de propiciar uma viagem tranquila aos seus usuários está necessitando urgentemente de um serviço de recapeamento.

O trecho da estrada que corta a cidade de Amambai, passando pela av. Pedro Manvailer em determinados locais está horrível e não se tem mais asfalto e sim trabalho de tapa buraco.

Conforme informações d pecuaristas da região de fronteira o valor cobrado pelo Fundersul, imposto criado pelo governo do estado para melhorar as rodovias, varia de animal, pois se cobra um valor pelo bezerro, outro pela vaca e outro pelo boi, mas em média gira em torno de quatro reais por cabeça (4 reais), e as estradas continuam cheias de buracos.

O governador André Puccinelli que é do PMDB e já anunciou seu apoio a um candidato de seu partido deveria fazer alguma coisa urgente para que os usuários tenham uma rodovia em melhor qualidade de uso.

Deixe seu Comentário

Leia Também

SAÚDE
Covid-19: Saúde avança em negociações com laboratórios para vacinas
Senado aprova MP que autoriza crédito de R$ 2,5 bi para Covax Facility
DIREITOS HUMANOS
Instalada comissão para acompanhar chamamento público do Conselho Estadual da Criança e Adolescente
SAÚDE
Pesquisadores da UnB desenvolvem máscara que inativa coronavírus
Presente no equipamento, nanofilme de quitosana consegue barrar vírus