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Pão integral é o que traz mais benefícios à saúde

24 setembro 2012 - 13h30
Web Radio Saúde



Para a maioria dos brasileiros, comer pão é um hábito diário, principalmente no café da manhã.

Embora o conhecido pãozinho ou pão francês seja o preferido da população, especialistas ressaltam que o pão integral é o que traz mais benefícios.

As fibras contidas nesse tipo de alimento aumentam a sensação de saciedade e ajudam no funcionamento intestinal.

Além disso, diferente dos refinados, os grãos inteiros possuem várias vitaminas importantes para o nosso organismo.

A nutricionista do Grupo Hospitalar Conceição, ligado ao Ministério da Saúde, Jaqueline Fink, explica os benefícios do pão integral.

“As fibras são carboidratos que resistem à digestão do organismo, que são muito pouco digeridos.

Então, elas são excretadas pelas fezes em sua grande maioria e elas geram um grande benefício para a função intestinal e colabora para a prevenção de doenças intestinais do tipo constipação, as diverticulites e até mesmo o câncer de intestino, de cólon, de reto”.

De acordo com a nutricionista, a recomendação internacional de ingestão de fibras é de 30 gramas por dia. Duas fatias de pão integral correspondem a aproximadamente 10% da necessidade diária.

Ela dá dicas de quais outros alimentos podem compor essa necessidade. “Nós temos fibras alimentares em frutas e vegetais.

Nós temos também no grupo de alimentos chamado de leguminosas, que é o grupo composto pelo feijão, pela lentilha, pelo grão de bico.

E dos cereais, os carboidratos, no caso os integrais. E onde nós não encontramos fibras alimentares são nas fontes animais do tipo carnes, leite e ovos.”

A especialista garante ainda que a ingestão diária de fibras pode prevenir doenças como: câncer de mama e de próstata, diabetes, obesidade, além de doenças cardiovasculares.

Aniversário do Blog da Saúde -Em comemoração ao aniversário de um ano, o Blog da Saúde está republicando as matérias com maior número de visualizações neste período. Este post foi ao ar em abril deste ano.

De acordo com a última pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel 2011), promovida pelo Ministério da Saúde, o excesso de peso e a obesidade aumentaram nos últimos seis anos no Brasil.

A proporção de pessoas acima do peso no País avançou de 42,7%, em 2006, para 48,5%, em 2011. No mesmo período, o percentual de obesos subiu de 11,4% para 15,8%.

Além disso, o estudo revelou que a população brasileira se alimenta inadequadamente e consome gordura saturada em excesso: 34,6% não dispensam a carne gordurosa.

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