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SAÚDE

“Prevenção é a forma mais eficaz de combate à aids”, destaca secretário da SES

05 dezembro 2018 - 15h50Por Da redação

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) realizou nesta quarta-feira (5/12), solenidade em alusão ao “Dia Mundial da Luta Contra a Aids”. Em Mato Grosso do Sul existem 8.511 pessoas vivendo com HIV/aids, sendo 2.986 pessoas HIV+ e 5.525 casos de aids. Em 2018 foram detectados 297 casos de aids e 705 casos de HIV.

O secretário da pasta, Carlos Alberto Coimbra, destacou que a prevenção é a melhor forma de combate à doença. “A aids é uma doença que não tem rosto, por isso, a prevenção é importante. O Brasil é referência mundial no tratamento da doença, com avanços significativos no aumento da qualidade de vida dos portadores do vírus”, disse.

Mato Grosso do Sul é a 7ª maior taxa de detecção de casos do País. O aumento nos diagnósticos acontece porque a SES distribui anualmente um milhão de testes rápidos de HIV para todos os municípios do Estado. “Detectamos mais porque procuramos mais. São cerca de 75 mil testes distribuídos por mês, chegando a um milhão de testes rápidos por ano”, destacou a coordenadora do Programa Estadual de IST/aids, Clarice Souza. Dos 297 casos diagnosticados e notificados em 2018, 204 são homens, representando 68,68%. Dos novos casos 52% são heterossexuais e 18% são homossexuais.

A SES distribui, por ano, 12 milhões de camisinhas a todas as unidades de saúde dos 79 municípios de Mato Grosso do Sul. Os preservativos masculinos podem ser retirados em qualquer unidade de saúde, sem restrição de quantidade e sem a necessidade de identificação.

A superintendente estadual de Vigilância em Saúde, Larissa Castilho, destacou o trabalho dos servidores da SES no combate à doença. “A aids é uma doença que não tem cura, por isso é importante a prevenção e conscientização sobre a doença e as formas de prevenção. O diagnostico precoce é importante para um tratamento efetivo”, completou.

O primeiro caso de aids em Mato Grosso do Sul foi registrado em 1984, quando uma criança hemofílica contraiu o vírus após uma transfusão. Clarice Souza explica que os protocolos de segurança evoluíram e não existe mais a possibilidade de se transmitir o vírus por transfusões sanguíneas. “Nosso banco de sangue é extremamente seguro. A maior forma de transmissão é por relação sexual desprotegida. Em um estado que é o 7º em detecção do vírus, qualquer relação desprotegida é de risco”, pontuou.

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