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22 novembro 2011 - 16h55
Divulgação (TP)

O segundo acusado de participação no assassinado do vigia Pedro Eudes de Moura, 61, vai a júri popular nesta terça-feira, dia 22.11, às 8 horas, no Fórum de Campo Grande. Ribamar Osório de Paiva é acusado de matar o vigia junto com Ezequiel Guimarães de Paula, já condenado a 18 anos, no dia 17 de março de 2010, no bairro Santa Luzia.

O motivo do crime seria o fato de a vítima ‘agir como policial’ no bairro, com denúncias e prisão de ladrões. Ribamar de Paiva respondia as acusações em liberdade até a poucas semanas, agora se encontra preso por tráfico, no Santa Luzia.

“Esperamos apenas que seja feita justiça”, completa Enir de Moura, filha de Pedro que provavelmente será a única da família, a encarar os acusados. Na audiência também estará a mãe, o irmão de Enir e a comunidade do bairro Santa Luzia e região que até hoje considera o caso como cruel, hediondo e premeditado pelos autores.

O caso

O vigia foi morto a tiros, facadas e golpes de barra de ferro. O problema teria ocorrido pelo fato do vigia agir contra os traficantes das ‘bocas de fumo’ na Vila Dedé, conforme informações dos policiais que apuraram o caso. Seu Pedro, como era conhecido no bairro, fazia a vigilância de bicicleta.

Naquela madrugada, ele foi vítima de uma emboscada. Um dos suspeitos derrubou a vítima com um golpe de barra de ferro, aplicado em suas costas. Já no chão, ele foi esfaqueado. Ribamar teria retirado a arma do bolso do vigia e efetuado dois tiros. Seu Pedro ficou caído no local, onde morreu.

Segundo informações da polícia, Ezequiel teria confessado o assassinato do vigia, relatando que desferiu 10 facadas contra Moura. Ainda conforme a polícia, Ezequiel justificou o crime dizendo que o vigia toda vez que o avistava chamava à polícia e o acusava de ser ladrão.

Luiz Junot MTE/MS 99

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