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Setor industrial já gerou 12,4 mil novas vagas neste ano no Estado

28 outubro 2011 - 00h08Por Assessoria
O setor industrial de Mato Grosso do Sul, composto pelas indústrias de transformação, de extrativismo mineral, de construção civil e de serviços de utilidade pública, já gerou 12.486 novos postos de trabalho nos primeiros nove meses deste ano, conforme levantamento do Radar Industrial da Fiems com base nos dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do Ministério do Trabalho e Emprego. Os destaques são para os segmentos da indústria de transformação, com 6.214 vagas, e da construção civil, com 5.421 vagas.

Ainda conforme o levantamento do Radar da Fiems, a indústria mantém a maior participação sobre o saldo total de empregos formais criados em Mato Grosso do Sul neste ano, respondendo por 36,3%, enquanto os setores de serviços, agropecuária e comércio representam 36,2% (12.462 vagas), 15,4% (5.290 postos de trabalho) e 12,2% do total, respectivamente. Com saldo de 352 empregos formais criados no mês de setembro, a indústria alcançou um estoque total de 126.213 postos formais de trabalho no Estado, mantendo a parcela de 21% de todo o emprego formal existente atualmente, atrás somente de serviços (26%) e da administração pública (22%), com um total de 153,9 mil e 133,9 mil empregos formais, respectivamente.

Até o momento, com o desempenho ocorrido ao longo de 2011, o setor industrial em Mato Grosso do Sul acumula sucessivos recordes no estoque total de empregos formais. Dessa forma, Mato Grosso do Sul, com o saldo acumulado até setembro deste ano, obteve a marca de 595,2 mil postos formais de trabalho, indicando uma elevação equivalente a 8,17% sobre o estoque total verificado ao fim de 2010, aponta análise feita pelo Radar Industrial da Fiems.



Índice de Evolução do Emprego

Já com relação ao Índice de Evolução do Emprego Formal na Indústria, a posição verificada em julho foi de 184,9 pontos, indicando um crescimento de 85% sobre o estoque do ano base 2005, quando o setor tinha 68.269 trabalhadores. Na mesma comparação, o setor de serviços apresentou um índice de 156,9 pontos e crescimento de 57%, o comércio, com 139,4 pontos (+39%), a agropecuária, com 122 pontos (+22%) e administração pública, com 115,2 pontos (+15%), enquanto no caso do emprego formal total em Mato Grosso do Sul o índice de evolução alcançou a marca 142 pontos (+42%).

Segundo avaliação do Radar da Fiems, constata-se, deste modo, que no período compreendido entre 2005 e 2011, até o mês de setembro, o ritmo de expansão do emprego formal na indústria em Mato Grosso do Sul foi 30% maior que aquele apresentado pelo conjunto da economia estadual. Na mesma comparação, em relação aos segmentos de serviços, comércio, agropecuária e administração pública, o ritmo de expansão da indústria foi maior em 18%, 33%, 52% e 60%, respectivamente.

Por fim, na comparação com o mês imediatamente anterior, os índices de evolução do emprego formal no comércio, serviços, indústria e agropecuária apresentaram desempenhos equivalentes a 1%, 0,5%, 0,4% e -0,4%, respectivamente. Já a administração pública, na mesma comparação, não apresentou alteração em seu índice.


Nota técnica - A classificação utilizada pelo Sistema Fiems na apuração do emprego formal total existente nas atividades industriais do Estado utiliza-se do mesmo critério presente na Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE), organizada no âmbito da Comissão Nacional de Classificação (CONCLA), sob a coordenação de representante da Secretaria da Receita Federal e com a participação de representantes da administração tributária das esferas estadual e municipal e do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Por fim, vale ressaltar que este é o mesmo critério usado pelo IBGE no cálculo das Contas Nacionais para a apuração do Produto Interno Bruto (PIB) para o segmento industrial. A CNAE classifica como indústria as atividades pertencentes às seções B (indústrias extrativas), C (indústrias de transformação), D (eletricidade e gás), E (água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação) e F (construção civil).

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