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Tonelada de droga apreendida abasteceria até 200 bocas de fumo

Tonelada de droga apreendida abasteceria até 200 bocas de fumo

03 outubro 2011 - 19h09Por G1/MT
Cerca de 1,5 tonelada de maconha oriunda possívelmente do Paraguai, que foi apreendida ontem (3) em Mato Grosso, abasteceria ao menos 200 bocas de fumo de Cuiabá e região metropolitana da capital, conforme informou o Comandante da Polícia Militar, coronel Osmar Lino Farias. Catorze pessoas foram presas na Operação Papo Reto suspeitas de envolvimento com a quadrilha especializada em tráfico de drogas. Em quatro ações realizadas em setembro, foram apreendidas quase duas toneladas de maconha com membros desta organização criminosa.

Pelo menos 30 homens do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) e do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) interceptaram na madrugada de hoje os distribuidores da droga na BR-364, região da Serra de São Vicente, a mais 60 km de capital. Segundo o tenente-coronel Nildo Dionisio Elias, comandante da operação, a droga estava escondida dentro de um caminhão caçamba carregado de brita.

A Operação Papo Reto, que durou dois meses, identificou que o motorista do caminhão saiu de Poconé, município pantaneiro a 100 km da capital, e buscou a droga na cidade de Ponta Porã (MS), que faz fronteira com o Paraguai. O caminhão ficou cerca de 30 dias na cidade aguardando o momento mais adequado para vir para Mato Grosso, abastecer principalmente a região metropolitana de Cuiabá.

Conforme informações do Gaeco, os bandidos se passavam por comerciantes que estavam na cidade sul-mato-grossense para comprar produtos eletrônicos no Paraguai. Mas as investigações apontaram que o intuito deles era o tráfico de drogas. Dos 14 presos nesta última ação do Gaeco, dois foram apontados como líderes do esquema, quatro como batedores, um como motorista do caminhão e o restante como comparsas do grupo criminoso formado por 10 homens e quatro mulheres. As drogas apreendidas tinham várias identificações das respectivas procedências criminosas.

A ação dos bandidos foi monitorada pelo setor de inteligência da operação. “Estávamos seguindo os transportadores da droga. Nós aguardamos o melhor momento para fazer a apreensão. Quando vimos que, na Serra de São Vicente, os três carros batedores se distanciaram do caminhão com a carga, nós começamos a fazer as interceptações rapidamente para evitar que os suspeitos fossem avisados por celuar da nossa ação”, explicou Dionisio Elias.

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