Menu
Busca sexta, 18 de janeiro de 2019
(67) 9.9973-5413
COTAÇÃO

Alta do dólar é movimento internacional e Brasil não está 'imune', diz ministro da Fazenda

Nesta terça, dólar segue em forte alta e atingia R$ 3,69 por volta das 12h30

15 maio 2018 - 14h15Por G1

A alta do dólar registrada nos últimos dias é um "movimento internacional" e o Brasil não está imune a ele, afirmou nesta terça-feira (15), o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, a jornalistas.

Nesta terça, o dólar opera em alta diante da incerteza eleitoral no país e do temor de que os juros nos Estados Unidos subam mais do que esperado neste ano. Na véspera, a moeda dos Estados Unidos fechou no maior nível em mais de 2 anos.

Às 12h20, o dólar subia 1,37%, a R$ 3,6772 na venda. Na máxima do dia, chegou a R$ 3,6932. Veja mais cotações.

"Vejo [a valorização] como uma tendência internacional de fortalecimento do dólar. Se olharmos para os países emergentes, ou para as principais moedas, estão se desvalorizando em relação ao dólar", declarou Guardia.

Questionado sobre as medidas que o governo pode adotar para controlar a disparada da moeda norte-americana, o ministro disse que a melhor resposta do governo é persistir no processo de "consolidação fiscal", ou seja, de melhoria das contas públicas, que vêm registrando rombos bilionários.

"No curto prazo, é um movimento internacional de valorização do dólar. E o Brasil não está imune a isso", completou ele.

Produtividade

Além disso, Guardia afirmou que é preciso continuar trabalhando para aumentar a produtividade da economia brasileira, para reduzir custos e para torná-la mais eficiente.

De acordo com Guardia, a inflação também está baixa no Brasil, sendo que, por isso, o país passa por um processo de redução dos juros nos últimos anos.

"O que precisa o Brasil fazer para atravessar qualquer momento de maior dificuldade no futuro é avançar na consolidação fiscal, esse é o grande desafio do país", concluiu.

Deixe seu Comentário

Leia Também

BRASIL
Governo prorroga por um ano Operação Acolhida a venezuelanos
BRASIL
Contas públicas devem ficar negativas em R$ 102,385 bilhões
GERAL
BNDES explica nesta sexta-feira o modelo de apresentação dos 50 maiores contratos
MARACAJU
Homem é preso com cinco espingardas contrabandeadas do Paraguai