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Polícia troca tiros na Máxima com homens que tentavam jogar celulares em presídio

06 setembro 2012 - 00h00Por Fonte: Midiamax
Com o cerco se fechando por conta do aumento do trabalho de segurança na Máxima, ao menos três homens trocaram tiros com a Polícia Militar e servidores que faziam a guarda ao redor da muralha do presídio, na noite de ontem (5). Eles tentavam jogar celulares, balança de precisão e fones de ouvido quando foram surpreendidos por um tiro de alerta.


Os homens então revidaram com tiros, sendo que um deles fugiu em direção a um matagal e os outros dois se dispersaram. Ninguém ficou ferido com a troca de tiros. Ao todo, quatro celulares, fones de ouvido e petrechos para o preparo da droga foram recolhidos. Após entrar no presídio, a informação é de que os presos tentariam recolher os objetos com uma espécie de anzol feito por eles.


De acordo com o diretor-presidente da Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário), Deusdete Oliveira, a prática estava se tornando comum e agora está sendo realizado um levantamento para a possível retirada de moradores da região. Os presos que receberiam os objetos também estão sendo identificados.


“Vamos pedir um isolamento de uma área de 100 metros para dificultar a ação de marginais. É uma área que pertence em grande parte ao Estado, por isso estamos analisando possibilidades”, diz Oliveira.


O presidente da Fenaspen (Federação Nacional dos Servidores Penitenciários), Fernando Anunciação, diz ainda que a dificuldade está sendo maior ainda para as mulheres visitantes. “Elas tem de sentar em uma banqueta eletrônica, para que sejam detectados objetos de metal e com essa nova medida já encontramos muitos objetos”, garante Anunciação.


O presidente relembra que em 15 dias termina o prazo para que as operadoras façam o bloqueio de sinal de telefonia e que aumentou o número de câmeras de monitoramento interno. “É por meio dos celulares que muitos crimes acontecem e muitas vidas se perdem, então estamos tomando medidas para resolver o problema”, conclui o presidente.

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