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PONTA PORÃ

Região norte e pontos considerados de riscos recebem ação contra Dengue, Chikungunya e Zica

14 janeiro 2019 - 15h00Por Luiz Guilherme

A Secretaria Municipal de Saúde, e coordenação do Controle de Vetores de Ponta Porã tem intensificado o trabalho de combate e prevenção contra a Dengue, Chikungunya e o vírus Zica. 

Os trabalhos estão concentrados na região norte da cidade, e percorrerá diversos pontos considerados de risco devido ao acumulo de locais favoráveis à proliferação do mosquito transmissor da doença.

Estados e municípios já foram orientados pela Sala Nacional de Coordenação e Controle do ministério para que promovam nas comunidades atividades instrutivas sobre a importância do combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. 

Entre as atividades planejadas para a semana estão visitas domiciliares, distribuição de materiais informativos e educativos, murais, rodas de conversa com a comunidade, oficinas, teatros e gincanas.

“A mobilização pretende mostrar que a união de todos, governo e população, é a melhor forma de derrotar o mosquito, principalmente de novembro a maio, considerado o período epidêmico para as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. Nesse período, o calor e as chuvas são condições ideais para a sua proliferação”, afirma o secretário municipal de Saúde, Patrick Derzi.

A secretaria de Saúde vem realizando periodicamente intensa mobilização na região dos bairros Ipê II, na região do Parque dos Ipês. O objetivo é reduzir os índices de infestação do mosquito aedes aegypti, transmissor da doença naquela região, onde segundo o Controle de Vetores da Secretaria de Saúde, foi o bairro que mais alto índice de proliferação indicou.

O mutirão acontece regularmente em vários pontos da cidade e deve se estender em toda a cidade, dando ênfase aos locais onde a infestação do mosquito é maior. 

“Fizemos um levantamento em todas as regiões do município e detectamos que aqui no Ipê II, a situação é mais preocupante. Mas isso não quer dizer, que vamos descuidar dos outros bairros. Começamos no Ipê II, pelo maior índice registrado e vamos para todos os bairros de Ponta Porã”, afirmou Denis Freitas, coordenador de controle de vetores da secretaria de saúde do município.

Segundo ele, as regiões do Grande Marambaia e Ignês Andreazza (zona sul da cidade), Vila Áurea e Ipê II, além do centro de Ponta Porã, são as que apresentam os maiores índices de infestação do mosquito. 

“O índice tolerado pelo Ministério da Saúde é 1%. Infelizmente, em Ponta Porã, deu 3,2% o que nos coloca num patamar de alto risco”, declarou.

Os números foram aferidos pelo Liraa (Levantamento de Índice Rápido do Aedes Aegypti), trabalho efetuado a cada dois meses. Ele consiste na pesquisa dos domicílios com a coleta de larvas do mosquito transmissor da dengue.

“O que percebemos é que a população tem se descuidado. Encontramos criadouros do mosquito no lixo domiciliar (sacos plásticos, potes de margarina, materiais descartáveis) e depósitos móveis de fácil remoção (bebedouros de animais, água armazenada em baldes, tonéis e caixas)”, afirmou Edilson.

Segundo ele, com o período de chuvas o risco aumenta. Este ano foram 24 casos suspeitos de dengue. Um foi confirmado. 

“Os números são pequenos em relação a outras épocas. Porém, não podemos descuidar. A dengue nos preocupa muito e, por isso, estaremos desenvolvendo atividades de prevenção”, assegurou o secretário municipal de saúde, Patrick Derzi.

 

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