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CAMPO GRANDE

Delegada diz que mãe confessou ter levado bebida para casa; bebê e irmã vão para abrigo

09 janeiro 2019 - 11h00Por Da redação

O Conesul News retoma agora o caso do bebê de dois anos que ingeriu bebida alcoólica e da criança de 11, que fumou maconha depois de terem sido deixados pela mãe na companhia de dois adolescentes, que segundo o Campo Grande News, teria ido à casa de uma amiga beber. O caso aconteceu na noite de domingo (6/1), no Jardim das Macaúbas, em Campo Grande.

De acordo com o Campo Grande News, nesta quarta-feira (9/1), a delegada Anne Karine, da Depca (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente), disse que a mulher relatou que bebia no bar com a amiga, quando encontrou um conhecido. 

Já bêbada, ela e os dois colegas compraram vodca e foram para a casa dela, onde continuaram bebendo. Mas depois de um tempo, os amigos foram embora e ela dormiu.

A delegada afirmou também que foi neste momento que a criança ficou na companhia da irmã de 11 anos e de mais três adolescentes, sem fazer qualquer refeição.

“O bebê passou o dia inteiro sem comer. Ele só se alimentou quando foi socorrido pelos vizinhos”, diz.

A mulher foi indiciada por maus-tratos (com aumento de pena por ser menores de 14 anos) e abandono de incapaz. 

“A menina de 11 anos bebeu com o consentimento da mãe. Foram os adolescentes que deram bebida alcoólica para a criança”, diz a delegada. 

A mãe, segundo a polícia, tem cinco filhos e já perdeu a guarda de um. Outros dois foram retirados dela e estão em um abrigo da cidade.

Ontem, o bebê e a menina, que ainda estavam sob a guarda da mãe, foram levados pelo Conselho Tutelar. 

Em conversa com assistente social, a filha admitiu que fumou maconha e comentou que foi rejeitada pelo pai e não tem qualquer contato com ele.

Ainda de acordo com o site, a mãe não trabalha e vive com benefício do Loas (Lei Orgânica da Assistência Social) do bebê, que tem paralisia cerebral. 

Na avaliação da delegada, as crianças devem ter o mesmo destino dos outros três filhos da mulher. 

"Ela não tem condições de ficar com as crianças", justifica.

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