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Líder de facção e condenado há mais de 60 anos é preso em MS, diz policia

08 abril 2016 - 10h30Por G1
Condenado há mais de 60 anos de prisão pelos crimes de roubo a bancos e tráfico de drogas, um homem de 49 anos foi preso durante operação conjunta da Polícia Civil e a Polícia Rodoviária Federal (PRF). O suspeito seria um dos líderes de uma facção criminosa, na qual ele afirmou ser "simpatizante", segundo a polícia.

"Nós obtivemos a informação de que um carregamento de droga, vindo de Ponta Porã, estava chegando na cidade. Com isso, realizamos uma barreira na BR-060, saída para Sidrolândia. O homem estava acompanhando de um casal e todos foram presos em flagrante", afirmou ao G1 o delegado João Paulo Sartori, adjunto da Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (Denar).


Assim que realizada a abordagem, às 12h (de MS) dessa quarta-feira (6), o suspeito entregou um documento falso. A Carteira Nacional de Habilitação (CNH) estava com dados do irmão do homem, que responde por contrabando. "Ele tentou despistar a investigação, mas é um antigo conhecido da polícia, com diversas passagens", comentou Sartori.


Os agentes da PRF iniciaram a vistoria no veículo, uma caminhonete em nome da esposa do suspeito. "Os cães farejadores indicaram o local e apreendemos maconha escondida na caixa de areia. Eles utilizaram um método com arma e ainda engraxaram o entorpecente para deslizar mais fácil na saída", comentou o inspetor da PRF, Tércio Baggio.

Os policiais continuaram com as ações e seguiram para o bairro Coophavila, onde o suspeito reside.
"Na casa nós apreendemos mais droga e também mais dois carros de luxo, com placas de Sergipe e Santa Catarina. Em seguida, os policiais foram até a casa do casal, no Jardim Azaléia. No local, mais droga foi apreendida", explicou o delegado.

A droga foi encaminhada para a delegacia, além dos carros e o dinheiro apreendido, sendo R$ 4.052 e U$ 900. O suspeito foi indiciado por associação criminosa e tráfico de drogas, além de uso de documento falso. Os outros tiveram o mesmo indiciamento, com exceção de não mentirem a identidade.
A operação foi batizada de "Barba Azul", já que é este o apelido do principal suspeito.

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