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POLÍCIA

Para roubar caixa de cerveja e R$ 70, homem estrangula mulher na Capital

21 novembro 2019 - 15h30Por Da Redação

Idosa de 69 anos, proprietária de lanchonete na Vila Piratininga, foi agredida durante roubo, sendo esganada por um dos bandidos que a obrigaram a abrir o caixa. Os ladrões foram seguidos por testemunhas, que avisaram a polícia e um deles foi preso.

Conforme o Campo Grande News, a idosa relatou à reportagem que os dois rapazes chegaram à lanchonete por volta das 9h. Eles pediram cerveja e, depois de beberem dois litrões, pediram mais um e disseram que iriam pagar no cartão.

A comerciante disse que pagamento somente em dinheiro e eles disseram que iria pagar. Quando se levantaram, um deles a agarrou pelo pescoço e a jogou próximo ao caixa. “Na hora que ela apertou o pescoço, não conseguia nem gritar, saía nem voz”.

A idosa conseguiu se desvencilhar dele quando o rapaz teve que soltá-la para abrir o caixa. Ela conta que saiu correndo, várias pessoas passavam, mas ninguém parava. Somente mais a frente que dois vizinhos saíram. Os ladrões saíram calmamente do estabelecimento.

De acordo com o site, logo depois, chegou uma viatura da PM (Polícia Militar). O sargento L. Santos, do 10°BPM disse que a equipe havia passado em frente da lanchonete, mas não havia como perceber o assalto. Na quadra seguinte, os PMs foram avisados do roubo e voltaram.

Testemunhas indicaram a direção em que os ladrões andaram e a PM encontrou os dois homens. Quando perceberam a presença deles, fugiram em direção opostas.

Ao jornal da Capital, o sargento contou que um deles começou a correr, livrando-se das evidências pelo caminho. Ele foi preso e os militares encontraram o que ele havia tentando se livrar: R$ 70, faca e uma caixa de cerveja.

O rapaz foi identificado como sendo Johnny Fernando Pereira do Nascimento, 21 anos, e já tem passagem por homicídio, tráfico de drogas, furto e roubo. Ele foi reconhecido pela vítima como sendo a pessoa que a esganou.

A idosa teve ferimento no braço. "Nem sei como eles me machucaram". Ela disse que trabalha naquele ponto há 30 anos e já foi assaltada três vezes. "Estou aposentada, mas não dá para parar, tenho que trabalhar".

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