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TJ/MS nega liberdade a cunhado de Marielly e a enfermeiro

19 agosto 2011 - 14h10
Habeas corpus foi negado em caráter liminar pela desembargadora Marilza Lúcia Fortes

Campograndenews

A desembargadora Marilza Lúcia Fortes, da 1ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, negou nesta quinta-feira habeas corpus em caráter liminar a Hugleice da Silva e a Jodimar Gomes Ximenes.

Com isso, o cunhado de Marielly Rodrigues e o enfermeiro apontado como o autor do aborto que levou a jovem a morte permanecem na cadeia. Além de negar o habeas corpus, a desembargadora pediu mais informações sobre o caso.

Hugleice, cunhado de Marielly, confessou que levou a jovem até a casa de Jodimar, em Sidrolândia, para fazer o aborto, e depois, quando o procedimento deu errado, junto com o enfermeiro, colocaram o corpo em seu carro e o jogaram em um canavial no município.

O rapaz contou ainda que não sabe se era o pai do filho que ela esperava, mas, afirmou que teve relações sexuais com a irmã da sua esposa.

Jodimar nega relação com o caso e afirma não conhecer vítima e Hugleice. Quebra de sigilo telefônico e depoimento de testemunhas comprovam a versão de Hugleice, dada quando ele já estava na prisão.

Os dois são acusados de aborto e ocultação de cadáver , crimes que podem levá-los a júri popular

Marielly foi vista pela última vez em casa, em Campo Grande, no dia 21 de maio. O corpo foi encontrado no dia 11 de junho. Hugleice se apresentou dia 14 de julho e Jodimar, um dia antes, quando a prisão temporária foi decretada.

Hugleice, de camisa entre dois policiais, só confessou o crime quando já estava preso. (Foto: João Garrigó)


Jodimar permanece preso em Sidrolândia. Ele nega envolvimento no caso. (Foto: Simão Nogueira)

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