Menu
Busca segunda, 20 de maio de 2019
POLÍTICA

A partir de 15 de abril, governo quer cortar R$ 20 milhões/ano com nova jornada

12 março 2019 - 15h40Por Da Redação

A mudança da jornada do trabalho dos servidores estaduais deve implicar em economia de R$ 20 milhões/ano com pagamento de hora extra, conforme estimativa apresentada pelo secretário estadual de Administraçao, Roberto Hashioka.

Segundo o Campo Grande News, a economia não quer dizer que os servidores não farão mais hora extra, mas que a retomada da jornada diária de seis para oito horas irá suprir a demanda e reduzir o tempo excedente de trabalho que ocorre com a atual carga horária.

Na minuta do decreto, consta que os servidores terão que trabalhar das 7h30 às 17h30, com dedicação integral ao serviço, podendo ser convocado sempre que a administração precisar. O acréscimo de horas trabalhadas, conforme informações do governo, equivale à contratação de quatro mil funcionários, mas sem implicar em aumento considerável nas despesas.

Pela proposta, o servidor poderá fazer intervalo de uma a duas horas, a ser definido pelo titular do órgão. As repartições publicas nas áreas de saúde, sanidade animal e vegetal, educação e segurança poderão ter expedientes adequados às necessidades do governo.

Na minuta, consta, ainda, um artigo que informa a proposta de lei, a ser encaminhada à Assembleia Legislativa, sobre a implantação do PDV (Plano de Demissão Voluntária).

A proposta de retomada de jornada de trabalho está sendo apresentada em reuniões comandadas pelo titular da SAD e pelo adjunto, Édio Viegas. Hoje, participaram representantes da Associação dos Subtenentes, Sargentos e Oficiais policiais e bombeiros, Associação e Centro Social de PMs e bombeiros militares, Associação dos Oficiais Militares e Associação dos Praças da Polícia e do Corpo de Bombeiros de MS.

Deixe seu Comentário

Leia Também

TRÁFICO
Morador em Rondônia é preso na BR-463 com mais de 600kg de maconha
EDUCAÇÃO
Em MS 95 mil estudantes se inscreveram para o Enem
PRESSÃO
Bolsonaro diz que sem reforma, faltará dinheiro para salários em 2024
RESSOCIALIZAÇÃO
Blocos de cimento fabricados em presídio vão garantir calçamento a bairros de Aquidauana