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Delcídio pede a ministro remédio de graça para portadores de psoríase

Delcídio pede a ministro remédio de graça para portadores de psoríase

29 outubro 2011 - 10h00
Divulgação

O senador Delcídio do Amaral (PT/MS) se reúne semana que vem com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para reivindicar que o governo inclua na lista dos remédios fornecidos gratuitamente na rede pública de saúde os medicamentos para tratamento da psoríase. O parlamentar é autor da Lei Federal 11.373, que criou o Dia Nacional de Combate a Psoríase, celebrado neste sábado, 29 de outubro.

“De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, cerca de 3 % da população mundial sofrem com a doença. No Brasil, boa parte dessas pessoas não tem condições de arcar com o custo do tratamento. A idéia é incluir os medicamentos de combate a psoríase no mesmo rol dos remédios fornecidos gratuitamente as pessoas que sofrem de hipertensão ou diabetes. Outra alternativa que vou sugerir ao ministro Padilha, caso não seja possível a gratuidade, é fornecê-los com até 90 % de desconto, como acontece com os portadores de asma, rinite, colesterol alto, mal de Parkinson, influenza 1, osteoporose e glaucoma”, explicou o senador.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, a psoríase é uma doença imunoinflamatória crônica da pele, bastante frequente entre homens e mulheres, principalmente na faixa etária entre 20 e 40 anos, podendo também ser diagnosticada em outras fases da vida.

Até hoje não se sabe a causa exata da doença, mas pesquisas científicas demonstram que, em 30% dos casos, o fator genético está envolvido. No entanto, estresse emocional, traumas ou irritações na pele, infecções na garganta, baixa umidade do ar ou alguns medicamentos podem aumentar ou iniciar a doença.

Delcídio decidiu criar o Dia Nacional de Combate a Psoríase para despertar a atenção da sociedade e combater o preconceito sofrido pelos portadores da doença.

“A psoríase não é contagiosa. Ninguém deve ter medo de se relacionar com o portador da doença que, em muitos casos, é vítima de preconceito por parte de alguns que se recusam a dar um abraço ou até a apertar a mão de quem sofre com o problema”, alerta o senador.

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