Menu
Busca domingo, 16 de fevereiro de 2020
POLÍTICA

Deputados estaduais prometem seguir Bolsonaro na possibilidade de saída do PSL

09 outubro 2019 - 14h30Por Da redação

Os deputados estaduais do PSL em Mato Grosso do Sul, Carlos Alberto David e Renan Contar, garantem que seguirão o presidente Jair Bolsonaro caso sua saída do partido se confirme. As afirmações foram dadas ao Campo Grande News após repercussão de crise na relação do chefe do executivo nacional com o partido.

Atual presidente municipal da legenda em Campo Grande, Contar disse ter “muito carinho” pelo PSL, mas que seu partido “é o Brasil”.

“Eu sigo um ideal de patriotismo e meus valores, então, vou seguir o meu líder. Se ele sair, eu vou seguir ele”, revelou, durante sessão desta quarta-feira (9), na Assembleia Legislativa.

Conforme o site, David, que, além de não ter cargos nos diretórios do partido, carrega histórico de desavenças com companheiros de PSL – caso da senadora Soraya Thronicke –, disparou que “se Bolsonaro sair, vou junto”.

“Sempre destaquei isso, que sigo meu líder, que é Jair Messias Bolsonaro, pelo qual sou leal e grato, diferente de algumas pessoas que não são”, respondeu.

A possível saída de Bolsonaro da legenda foi deflagrada após o presidente dizer para um pré-candidato do PSL em Recife (PE) “esquecer o partido”.

Bolsonaro completou para o apoiador “esquecer o Bivar”, se referindo ao deputado federal Luciano Bivar (PE). O parlamentar é citado em suposto esquema de “candidatos laranjas” durante as eleições de 2018, caso que derrubou Gustavo Bebianno, presidente do PSL na época, da secretaria-geral da Presidência.

Em reportagem publicada pelo G1, Bivar disse que Bolsonaro “já está afastado” da legenda.

Deixe seu Comentário

Leia Também

INTERNACIONAL
Número de mortos pelo novo coronavírus na China chega a 1,6 mil
CORONEL PONCIANO
Homem é preso depois de tentar se livrar de sacola com 5kg de maconha
REGIÃO
Contratado via ‘WhatsApp’, paulista acaba preso com maconha em MS
DOURADOS
VÍDEO: Internos 'batem grade' e queimam colchões em princípio de rebelião na Unei