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Ex-assessor que denunciou a compra de voto diz que foi usado por Bernal

Ex-assessor que denunciou a compra de voto diz que foi usado por Bernal

22 dezembro 2015 - 14h00Por Correio do Estado
Antes de entrar em recesso, a Câmara Municipal de Campo Grande tentará desqualificar as investigações do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) na Operação Coffee Break sobre a compra de votos para cassação do mandato do prefeito reconduzido Alcides Bernal (PP). Hoje, os vereadores vão ouvir o depoimento do ex-assessor de gabinete de Bernal, Carlinhos Pereira, que acusa o seu ex-chefe de usá-lo para apresentar ao Ministério Público Estadual (MPE) um pedido de providências “manipulado” e “maquiado” pelo prefeito com objetivo de retomar o cargo. E conseguiu.

O relatório final do Gaeco, baseando-se em depoimento do vereador cassado Paulo Pedra (PDT) e da aliada de primeira hora de Bernal, vereadora Luiza Ribeiro (PPS), foi considerado pífio pelos advogados dos indiciados. O Gaeco incriminou até político que nem sequer foi chamado para depor, como é o caso do ex-prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad (PTB).

O promotor de Justiça, Marcos Alex Vera, coordenador do Gaeco, envolveu 13 vereadores, o ex-governador André Puccinelli (PMDB), além de empresários João Baird, João Amorim e Fábio Portela, o Fabão, na compra e venda de votos para cassar o mandato de Bernal.

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