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PT vence queda de braço e indica Teruel para a Funasa

PT vence queda de braço e indica Teruel para a Funasa

21 janeiro 2012 - 07h26
Conjuntura Online

Depois de meses de disputa nos bastidores com o PMDB pelo comando da Superintendência da Funasa (Fundação Nacional de Saúde) em Mato Grosso do Sul, o PT conseguiu indicar o ex-deputado estadual Pedro Teruel para o ocupar o cargo em lugar do peemedebista Flávio Britto.

A nomeação de Teruel e a exoneração de Britto, que é ligado ao deputado federal Geraldo Resende, foram publicadas na edição desta sexta-feira do Diário Oficial da União.

Britto chegou a balançar com a posse da presidente Dilma Rousseff e com substituição do presidente nacional da Funasa, no entanto, se segurou no cargo após acordo firmado entre a cúpula nacional do PMDB e o Ministério da Saúde.

A decisão sobre a permanência do peemedebista na superintendência do órgão se deu num jantar ocorrido em meados de maio do ano passado em Brasília, do qual participaram o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o líder do PMDB na Câmara Federal, deputado Henrique Eduardo Alves (RN), e o então ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci.

O ex-deputado aguardava um cargo no governo petista, a exemplo de outros companheiros de partido, desde janeiro de 2011, quando Dilma chegou ao Palácio do Planalto.

Teruel garante ter sido convidado para exercer várias funções, mas recusou porque não gostaria de trabalhar fora de Mato Grosso do Sul, onde tem negócios juntamente com família.

Antes da publicação de sua nomeação na Superintendência da Funasa, Teruel diz ter sido convidado para ocupar Secretaria de Direitos Humanos, em Brasília, função que sempre exerceu na comissão permanente da Assembleia Legislativa ao longo de seus mandatos, além de cargo de direção na Usina Itaipu, em Foz do Iguaçu, e no Ministério de Ciência e Tecnologia, em Cachoeira Paulista, interior de São Paulo.

Teruel teve seu nome lembrado ainda para o comando do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), cargo hoje ocupado interinamente pelo engenheiro Antonio Carlos Nogueira após a demissão de Marcelo Miranda Soares, acusado de omitir informações sobre supostas irregularidades na direção do órgão em Dourados.

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