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Agente penitenciário é preso por encomendar morte de mulher em MS

30 agosto 2012 - 00h00Por Fonte: Rádio Caçula
Nesta terça-feira (27), policiais da DIG (Delegacia de Investigações Gerais), receberam uma cópia dos mandatos de prisão em desfavor de Edgar Lopes Cardoso (42) e sua amante Sandra Mara Marques (38), acusados de serem os mandantes do homicídio de Joelma Amara de Oliveira (30), ex-mulher de Edgar, ocorrido em 19, de maio, de 2011, no bairro Vila Alegre em Três Lagoas.

Segundo informações da polícia, Edgar e Sandra planejaram a morte de Joelma, e uma terceira pessoa ainda não identificada teria executado a vítima, que na época havia rompido o casamento com Edgar e o mesmo não aceitava tal situação.

Investigações

Rapidamente os policiais da DIG iniciaram o processo de investigação, obtendo êxito em localizar e prender Edgar da Silva Cardoso (42), que trabalha como agente penitenciário no Presídio de Segurança Média de Três Lagoas. No momento da prisão Edgar estava trabalhando.

Sua comparsa Sandra Mara, foi presa em sua residência, na rua Bom Jesus da Lapa, bairro Vila Alegre. No momento da operação os 2 (dois) filhos e 1 (um) neto da autora estavam no interior da residência.

A polícia continua investigando o caso para tentar identificar o executor do crime.

Homicídio

Joelma há algum tempo vinha recebendo ameaças de morte por telefone de uma mulher que dizia para que a mesma terminasse o relacionamento com Edgar. Após as ligações a vítima registrou um boletim de ocorrência relatando os fatos.

Durante o período de investigação os policiais descobriram que Edgar era frequentador assíduo da casa de Sandra Mara, que muito embora fosse casado, mantinha com ela um caso extra-conjugal, vindo a tona que ambos engendraram a morte de Joelma.

Joelma foi assassinada com 3 (três) tiros, na presença de sua filha de 6 (seis) anos, no bairro Vila Alegre. Segundo informações do boletim de ocorrência, a vítima estava em sua residência quando ouviu alguém chamá-la, e ao sair foi surpreendida pelo “pistoleiro”, que sem chance alguma de defesa por parte da vítima, efetuou 3 (três) disparos.

Uma terceira pessoa, que seria o executor da vítima ainda está sendo procurado pela polícia.

Após instauração de inquérito e investigações, os policiais ficaram convencidos da participação de ambos no crime, promovendo os seus indiciamentos, e ao final representaram por suas prisões cautelares, tendo o Ministério Público se manifestado favoravelmente.

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