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Força conjunta reduz infestação do mosquito aedes aegypti

Força conjunta reduz infestação do mosquito aedes aegypti

11 março 2016 - 10h45
A Prefeitura de Ponta Porã, através de um trabalho desenvolvido em conjunto pelas secretariais municipais de Saúde, Obras e Urbanismo e Educação, com apoio do Exército Brasileiro e da população, está conseguindo reduzir o índice de infestação do mosquito aedes aegypti, transmissor de doenças como a dengue, febre chinkungunya e o zika vírus.

Nesta quinta-feira, dia 10, a gerente de Vigilância em Saúde, Marina Derzi, destacou com os esforços somados estão surtindo efeitos positivos com a redução de casos no município. "Está diminuindo o número de casos, mas não podemos nos descuidar e nem baixar a guarda. Temos que continuar combatendo o mosquito transmissor e a melhor forma e eliminar locais que possam se transformar em criadouros", disse.

Segundo Marina Derzi, o setor de controle de endemias e vetores, não pára o trabalho e intensifica cada vez mais buscando levar orientações para as pessoas. "A população está mais atenta, colabora fazendo a limpeza dos quintais, retirando todo tipo de entulho, principalmente recipientes que possam acumular água, locais apropriados para a procriação do mosquito".

Durante várias semanas a Prefeitura de Ponta Porã, através da Secretaria de Obras, fez a retirada de centenas de caminhões de entulhos das regiões norte e sul da cidade, além da limpeza de terrenos baldios, trabalho de borrifação, visitas domiciliares e campanhas de conscientização. "Tudo isso contribuiu muito para reduzir a infestação e, consequentemente, o índice de pessoas infectadas com dengue", destacou.

Um gráfico elaborado pela gerência de Vigilância em Saúde mostra de forma bem clara como estava a infestação do mosquito aedes aegypti nas primeiras nove semanas deste ano. Os maiores índices de infestação ocorreram da última semana de janeiro até a terceira semana de fevereiro, depois começou a cair significativamente, sendo que na primeira semana de março o índice ficou em um patamar bastante razoável. "Agora é continuar o trabalho para que possamos erradicar o mosquito", finalizou.

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