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Revista de circulação nacional destaca Parque localizado na fronteira

02 setembro 2011 - 14h05
Revista de circulação nacional destaca Parque localizado na fronteira

Divulgação (TP)


Uma das publicações mais respeitadas do Brasil, a Revista de História da Biblioteca Nacional, editada pela Sociedade de Amigos da Biblioteca Nacional, divulga na edição de agosto uma matéria sobre o Parque Histórico da Colônia Militar dos Dourados, localizado em Antônio João.

Com o título, “Terra de Heróis”, a matéria relata que o museu existente no Parque, mantido pelo Exército Brasileiro através do 10° Regimento de cavalaria Mecanizado de Bela Vista, ganhou um prêmio do Instituto de Preservação do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e que o Exército está captando recursos para ampliar o acervo e promover reformas no local.

A Colônia Militar dos Dourados se localiza no município de Antônio João exatamente no lugar em que ocorreu uma batalha entre soldados brasileiros e paraguaios no ano de 1864, início da Guerra do Paraguai. Hoje se transformou num dos principais pontos turísticos da região de fronteira.

Esta é a íntegra da matéria publicada na Revista de História da Biblioteca Nacional:

Quinze soldados brasileiros contra quase 400 paraguaios. A batalha travada em 1864 no atual Mato Grosso do Sul não deu muita chance aos brasileiros. O líder deles, no entanto, é lembrado até hoje. O túmulo do tenente Antônio João e o monumento em sua homenagem ficam no local da batalha, onde funciona o Parque Histórico Colônia Militar dos Dourados. Mantido pelo Exército, ele ganhou o Prêmio Rodrigo Mello Franco de Andrade, do Iphan, no ano passado, e agora planeja mudanças.

O local tem um museu com armamentos de diversas épocas, vestimentas e itens relacionados à Guerra do Paraguai (1864-1870). É um espaço pequeno, mas, segundo o 10º Regimento de Cavalaria Mecanizada, um projeto de melhorias no acervo e de reformas está a caminho, em fase de captação de recursos.

Enquanto isso não acontece, o principal chamariz continua sendo a história da batalha e do tenente Antônio João, que decidiu lutar praticamente sozinho contra os invasores. “Aqui no estado há monumentos, ruas e até uma cidade com o nome dele. Em certos períodos, como na ditadura, houve um resgate desses heróis”, conta Ana Paula Squinelo, historiadora da UFMS e autora de A Guerra do Paraguai, essa desconhecida (Ed. UCDB, 2002). Embora a fama seja do tenente, seus colegas de regimento o acompanharam. Morreram todos juntos na colônia.

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