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Secretário de Meio Ambiente do Rio vai sobrevoar vazamento nesta sexta.

Carlos Minc afirma que imagens de satélite vão mostrar real impacto.

18 novembro 2011 - 14h00
G1

O Secretário de Meio Ambiente do Rio de Janeiro, Carlos Minc, disse na manhã desta sexta-feira (18) que o vazamento de óleo no campo de Frade, na Bacia de Campos, deve ser bem maior do que o anunciado pela empresa Chevron.

Ele afirma ainda que imagens de satélite fornecidas pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) vão mostrar a dimensão da mancha de óleo na superfície do mar e abaixo dela.

“Não podemos banalizar esse acidente, foi uma coisa realmente grave e não sabemos a consequência”, afirma Minc em entrevista ao Bom Dia Rio. Ele sobrevoaria a região do vazamento ainda na manhã desta sexta com uma equipe do Instituto Estadual do Ambiente (Inea).

De acordo com o secretário, a Chevron, empresa que perfurava o poço de petróleo quando foi aberta a fissura, no último dia 10, tem que ser punida exemplarmente. “Não podemos apenas aplicar a multa que o Ibama vai dar (...) a nossa Constituição prevê o princípio da responsabilidade. Vamos exigir a reparação para os peixes, golfinhos e pescadores, além de exigir medidas rigorosas caso tenha ocorrido sonegação de informações”, afirma o secretário.

De acordo com Minc, que foi ministro do Meio Ambiente, a área onde ocorreu o vazamento de óleo é considerada região de migração de baleias-jubarte, do golfinho-pintado-do-Atlântico e do golfinho-nariz-de-garrafa.

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