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Máscara de Joaquim Barbosa já começa a faltar para o Carnaval

Máscara de Joaquim Barbosa já começa a faltar para o Carnaval

10 janeiro 2013 - 13h00
Terra



Faltando um mês para o carnaval, os foliões cariocas já definiram a cara da festa. Com mais de 25 mil máscaras vendidas e estoques vazios nas principais lojas, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, será a personalidade mais homenageada nas ruas da cidade.

A procura pela máscara de Barbosa é dez vezes maior que pela segunda máscara mais vendida pelo mesmo fabricante, a do jogador Neymar. Diante da demanda, a fábrica reforçou a produção, mas ainda há risco de os foliões não encontrarem o adereço.

No universo político, nem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva - nas versões com e sem barba - nem a presidente Dilma Rousseff fizeram frente ao prestígio das máscaras de Barbosa. A máscara do prefeito do Rio, Eduardo Paes, está encalhada.

Sucesso em carnavais passados, a procura pelas máscaras do ex-ministro José Dirceu também caiu após sua condenação no julgamento do mensalão. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Mesmo com o reforço na produção, as últimas encomendas para as máscaras de Joaquim Barbosa ainda estão em análise. "Os pedidos de São Paulo vieram muito tarde e não sei se conseguiremos atender", explicou Olga Valles, proprietária da fábrica. Recebendo novos pedidos diariamente, a empresa limitou as encomendas.

Na capital paulista, as máscaras dos personagens do julgamento do mensalão também fazem sucesso. Na região da rua 25 de Março, é possível ver máscaras do ex-deputado federal Roberto Jefferson e até do ex-ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência, Luiz Gushiken. Mas, assim como no Rio, a Grande aposta também é no rosto de Joaquim Barbosa, que tem a máscara vendida por R$ 10. As demais, custam R$ 7.

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