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Matou o pai e atentou contra a vida da mãe

Matou o pai e atentou contra a vida da mãe

23 janeiro 2012 - 15h20
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A Polícia Civil do Distrito Federal apresentou, na manhã de hoje, um homem de 39 anos que é acusado de ter matado o pai a facadas. O crime ocorreu, às 18h30 desse domingo, na QR615, Conjunto 1, de Samambaia Norte. Eudimar Mariano dos Santos também é suspeito de ferir a faca o irmão e a mãe. Três horas após o fato, ele foi até a 26ªDP (Samambaia), onde confessou os crimes e entregou a arma branca, usada no homicídio. O preso estava nervoso e precisou ser contido quando tentou agredir policiais da delegacia.

Eudimar Mariano contou na DP que a intenção dele era ferir o irmão Thiago Mariano, 25 anos. Na versão apresentada pelo acusado, Thiago teria machucado a sobrinha ao retirar um dente de leite da menina. “Minha sobrinha reclamou que estava com dor porque meu irmão tinha tirado um dente dela, fiquei com raiva, briguei com ele e resolvi atacá-lo. Meu pai entrou na frente para impedir, me deu uma paulada e depois não lembro de mais nada”, revela Eudimar.

Segundo o delegado-chefe da 26ªDP, Plácido Sobrinho, durante a discussão, o homem teria esfaqueado o irmão na região do tórax e no braço, a mãe Luzia dos Santos, 66 anos, que foi atingida na mão e o pai, José Nolasco, 71 anos, que levou uma facada no peito. Os três foram encaminhados para o Hospital Regional de Samambaia (HRS), onde foram medicados. O estado de saúde de José Nolasco era o único grave. Ele chegou a ser encaminhado ao Hospital de Base de Brasília (HBB), mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

De acordo com a família, Eudimar Mariano tem problemas mentais e não estava tomando remédio controlado. “Ele é uma pessoa boa, mas estava sem tomar o remédio por estar em falta no posto de saúde e ser uma medicação muito cara”, conta a tia do acusado, Edna Carvalho, 57 anos. O delegado Plácido Sobrinho explica que o acusado deve passar por um exame para verificar se ele sofre de problemas mentais ou não. Caso seja comprovado que Eudimar é doente, ele poderá receber uma medida de segurança e ficar internado em uma manicômio. Se não, será indiciado por homicídio qualificado e por duas tentativas de homicídio, sujeito a pena de até 30 anos de reclusão.

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