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"Não acho que ela tenha morrido", diz Kate, mãe de Madeleine

01 setembro 2011 - 13h40
"Não acho que ela tenha morrido", diz Kate, mãe de Madeleine

Globo.com

Sua fala é pausada e a voz parece estar constantemente embargada por um choro prestes a romper. É difícil mensurar a dor e a tristeza sentidas por Kate McCann, quatro anos depois do desaparecimento de sua filha Madeleine. Hoje com 43 anos, a britânica não desistiu da procura pela primogênita. Ela abandonou a medicina e, desde o dia 3 de maio de 2007, se dedica exclusivamente a reunir informações enviadas por pessoas de todo o mundo que acreditam ter encontrado a menina – se estiver viva, ela tem 8 anos (no site www.findmadeleine.com, há uma projeção de sua atual fisionomia).

A polícia arquivou oficialmente o caso em julho de 2008. Mas Kate e sua família, não. O livro que leva o nome "Madeleine" foi lançado na Inglaterra e em Portugal em maio e agora chega ao Brasil (Editora Prumo, 440 págs., R$ 49,90). Baseado no diário escrito por Kate ao longo dos anos e no inquérito policial, o livro levanta a hipótese de sequestro por uma rede de pedofilia, critica a investigação conduzida pela polícia portuguesa (e a falta de ação da britânica) e fala da crise que se instalou no casamento entre Kate e Gerry, pai de Madeleine. Os filhos mais novos, os gêmeos Sean e Amelie, hoje com 6 anos e meio, continuam perguntando sobre a irmã mais velha e explicam aos amiguinhos que “a mamãe costumava ser médica, mas agora está procurando por Madeleine”.

“Ainda há esperança. Vivemos numa espécie de limbo desde que ela sumiu, mas não podemos desistir”, diz Kate.

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