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Caio Augusto e Marcelino Nunes de Oliveira foram entrevistado na Rádio 91.5 FM Cerro Cora

Caio Augusto e Marcelino Nunes de Oliveira foram entrevistado na Rádio 91.5 FM Cerro Cora

08 janeiro 2013 - 08h25
Redação - Dora Nunes

Fotos: Lucho Rocha

O vereador Caio Augusto(PSD), Presidente da Câmara de Vereadores de Ponta Porã e o vereador Marcelino Nunes de Oliveira (PSB), foram os entrevistados do programa FM em Notícias apresentado pelo jornalista Tião Prado pela Rádio 91.5 FM Cerro Cora de Pedro Juan Caballero Paraguai e vai ao ar de segunda a sexta-feira das 12h10 as 13horas.

Falando sobre a eleição para a presidência da Casa de Leis, Caio Augusto disse que sempre deixou aberto para que o prefeito Ludimar Novais(PPS) pudesse fazer as acomodações necessárias para a realização da governabilidade, sendo um dos únicos que não se colocou candidato a presidente, mas aconteceu de haver movimentação com a exclusão de 5 vereadores. “Essa exclusão fez com que nós nos fortalecêssemos e esse grupo me lançou como presidente e a partir daí começamos a trabalhar com o êxito na reversão do quadro. Éramos cinco e com a ajuda do prefeito Ludimar Novais veio mais três e no fim, aconteceu um consenso onde obtivemos 14 votos”, destacou Caio Augusto, frisando ainda que agora a fase de eleição passou e o objetivo é o trabalho em conjunto com os 15 vereadores.



Marcelino Nunes, que estará fazendo parte da mesa diretora sendo o primeiro secretario, disse que a responsabilidade foi assumida e que apesar de inicialmente ter sido excluído, esse é um processo normal dentro da Câmara. “ O cargo de presidente não é de um grupo e sim de todos os vereadores e agora juntamente com o presidente Caio Augusto estamos trabalhando para que em fevereiro, quando iniciarmos os trabalhos, possamos oferecer uma Câmara com boa estrutura aos vereadores e também a população que vai nos assistir”, falou Marcelino Nunes.


Ao ser questionado sobre a sua volta a Câmara de Vereadores, Marcelino Nunes de Oliveira disse que o executivo lhe deu uma nova visão, mas que o legislativo é a sua “praia”, uma vez que é um poder do qual tem uma admiração muito grande e que a junção da experiência dos vereadores reeleitos mais a juventude dos novos vereadores, essa será uma Câmara de Vereadores ágil, atuante, participativa.

Sobre a ampliação para acomodação dos 15 vereadores eleitos e seus assessores, Caio Augusto falou que agora é uma corrida contra o tempo e já existe um projeto adiantado que já foi conversado com o prefeito Ludimar Novais que se colocou a disposição para que essa questão seja agilizada.

O presidente Caio Augusto falou que essa legislatura será diferenciada, inclusive citando o vereador Otaviano Cardoso que já adesivou seu carro como gabinete móvel, o que já vem mostrar o diferencial dessa nova Casa de Leis.

“Já venho atendendo a liderança dos bairros com reuniões externas; teremos as sessões itinerantes, audiências públicas para discutir de forma integrada com a população as questões de saúde, trânsito, turismo e essa será a nossa metodologia de trabalho”, lembrou o presidente, afirmando ainda que a participação da população nas sessões é de suma importância.

Perguntado sobre sua posição política, o vereador Marcelino Nunes de Oliveira comentou que na política é necessário ter lado e que não nega suas origens e que na disputa pela presidência da Câmara houve uma união por osmose. “Nós sobramos dentro de um processo de disputa, isto é, formaram um grupo e nós sobramos e talvez esse fato fez a nossa união conhecendo melhor uns aos outros e percebemos que tínhamos afinidades que gerou uma articulação e sobre a sustentação ao prefeito, quem constrói essa base não é o vereador e sim o prefeito, que vai saber quem ele quer ao seu lado e a eleição acabou dia 1 e agora temos que pensar que temos uma Ponta Porã que tem que ser administrada e tudo o que for bom para Ponta Porã terá o meu apoio”, destacou o vereador Marcelino.




Finalizando, Caio Augusto disse que as eleições acabaram e agora são 15 vereadores e o prefeito, sem a política revanchista do passado. “Tudo o que for de interesse da população será aprovado e o que não for, será discutido”, lembrou o presidente da Casa de Leis Caio Augusto.

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