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Assassinatos

Homem confessa ter decapitado quatro pessoas e matado outras seis

04 dezembro 2014 - 09h17Por Fonte: perfilnews
Uma série de crimes bárbaros chocou o município de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo. Um homem de 23 anos foi preso na quarta-feira (03) acusado de matar pelo menos seis pessoas, sendo quatro decapitadas.

Jhonatan Lopes de Santana, de 23 anos, confessou em depoimento na Delegacia Seccional o crime. De acordo com o delegado Marcos Batalha, ele atacava as vítimas com golpes de machadinha na cabeça e depois as decapitava. Nesta quinta-feira (04), uma das vítimas do serial killer de Mogi, Maria Aparecida dos Santos, será enterrada na cidade.

A Polícia Civil investiga, agora, uma nova vítima. De acordo com familiares do segurança, no último fim de semana, Jhonatan teria estrangulado um sobrinho de apenas três anos de idade durante uma festa. Ele nega esse novo crime.

Ontem, em depoimento à polícia o suspeito confessou que cometeu os crimes por que tinha “uma missão” de matar 36 pessoas. A maioria das vítimas escolhidas pelo serial killer eram moradores de rua e usuários de crack que segundo o próprio seriam “pessoas mais largada da sociedade”. Ele disse ainda ter se inspirado nos vídeos divulgados pela facção terrorista Estado Islâmico, que atua na Síria e recentemente decapitou reféns.

A PRISÃO

Jhonatan Lopes de Santana foi preso após a Polícia Militar encontrar três pessoas decapitadas em Mogi das Cruzes na manhã de ontem. Testemunhas reconheceram o veículo usado pelo assassino confesso.

De acordo com as investigações, o primeiro crime cometido pelo segurança ocorreu no sábado (29/11). A vítima foi uma mulher na "Favela do Gica", no distrito de Brás Cubas. Na segunda-feira (1º), dois moradores de rua foram atacados quando dormiam sob a marquise de um supermercado na Avenida Francisco Rodrigues Filho, no bairro do Mogilar.

Um deles morreu e o outro foi levado em estado grave ao Hospital Luzia de Pinho Melo, onde continua internado.Outra mulher no município vizinho de Poá foi vítima de Jhonatan na terça-feira (02). Ela seria usuária de crack, que segundo a polícia era usuária de crack. No começo da noite de ontem, o delegado seccional Marcos Batalha relatou um novo caso: um morador de rua ferido procurou a polícia dizendo ter sido atacado no domingo em frente ao Hospital Luzia de Pinho Melo. Ele contou ter sido agredido com uma machadinha.

De acordo com o delegado Marcos Batalha, o assassino teria marca de crimes no corpo: “logo que ele foi preso, em sua residência, ele apresentava dois sinais feitos por ele próprio no corpo: o desenho de um machado no braço, próximo ao ombro, e um na perna feito com uso de uma agulha, com o número 36”. Segundo Batalha, o homem disse que tinha o compromisso de matar 36 pessoas.

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