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Sessão pública identifica candidatos do processo seletivo do Programa de Residência Judicial

24 junho 2021 - 15h00Por TJMS

Para anunciar as notas obtidas na prova objetiva no 2º Processo Seletivo de ingresso no Programa de Residência Judicial, o diretor-geral da Escola Judicial (Ejud-MS), Des. Dorival Renato Pavan, realizou, na manhã desta quinta-feira (24), uma audiência pública no plenário do Tribunal Pleno, com observância de todos os protocolos de segurança para evitar a contaminação da Covid-19.

Antes de iniciar os trabalhos, o diretor-geral chamou cinco dos candidatos presentes para explicar a metodologia a ser utilizada e mostrar que os gabaritos estavam em pacotes lacrados – tudo para prestigiar o princípio da transparência. O presidente da comissão do certame, Des. Marco André Nogueira Hanson, juntou-se aos juízes Alessandro Carlos Meliso Rodrigues e Joseliza Alessandra Vanzela Turine e a equipe da Ejud-MS, para identificar os gabaritos e anexá-los à identificação do candidato com a respectiva nota.

O Des. Dorival Pavan anunciou publicamente cada nota alcançada pelos candidatos, em cada uma das oito salas onde foram realizadas as provas, e informou que o edital com a ordem de classificação será publicado nesta sexta-feira, dia 25 de junho. Ao final do processo seletivo serão disponibilizadas 17 vagas.

Antes de encerrar a audiência, o magistrado informou aos candidatos que o presidente do Tribunal de Justiça de MS, Des. Carlos Eduardo Contar, pretende aproveitar o mesmo concurso, prorrogando sua validade, para que em 2022 seja possível convocar outros 17 candidatos aprovados nesta edição do certame. “Essa é a expectativa da administração”, disse ele.

A Residência Judicial é constituída pelas etapas Residência I, Residência II e Residência III, com carga horária de 20 ou 30 horas semanais, com duração máxima de um ano para cada etapa. Parte das atividades será cumprida em gabinete, supervisionadas por um magistrado orientador, e a outra será cumprida sob a responsabilidade da Esmagis ou outra instituição de ensino conveniada, em sistema presencial e/ou EaD.

Além da prática jurídica, o residente deve frequentar o curso de preparação para a magistratura da Esmagis ou outro curso específico, oferecido pela mesma instituição, ou em curso de pós-graduação oferecido por outra instituição de ensino que tenha manifestado interesse em participar do programa.

Ao término da participação no programa, o Residente Judicial receberá certificado expedido pelo Tribunal de Justiça, valendo como prova de atividade jurídica. O preenchimento das vagas serão realizados de acordo com a disponibilidade financeira e orçamentária. Foram reservadas vagas para pessoas portadoras de deficiência, negros e indígenas nos termos da legislação vigente.

Saiba mais – A prova objetiva, realizada no prédio da Faculdade Insted no último domingo (20), continha 50 questões de múltipla escolha, tendo caráter eliminatório e classificatório, e foi realizada das 8 às 11 horas.

Um detalhe importante: para a realização da prova objetiva, o diretor-geral da Escola Judicial adotou ritos utilizados em concursos da magistratura e, questionado sobre o fato, explicou que acompanhou vários certames para magistratura no período em que foi juiz auxiliar da Presidência do Tribunal de Justiça e que utilizou a experiência para aplicar as mesmas técnicas no processo seletivo.

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