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Caarapó promove mutirão de combate à dengue

Caarapó promove mutirão de combate à dengue

25 maio 2012 - 14h08
Agazetanews

A prefeitura de Caarapó, por meio das secretarias de Obras e de Saúde, está realizando um grande mutirão de limpeza na cidade. O objetivo é combater o mosquito transmissor da dengue e o caramujo africano.



Para a realização da campanha, a cidade foi dividida em dois setores distintos. O Setor 1 localiza-se no perímetro compreendido entre a Rua Maranhão, ao norte, e a Rua Mato Grosso, que cruza a cidade de leste a oeste. O Setor 2 compreende todo o restante da cidade, a partir da Rua Mato Grosso, em direção ao sul.



A coordenação do mutirão prevê a execução dos serviços de limpeza até o dia 21 de junho, no Setor 1 e no distrito de Nova América. O Setor 2 e o distrito de Cristalina receberão as ações da campanha entre 22 de junho e 22 de julho.



Para o sucesso da campanha, os organizadores do mutirão contam com a participação dos moradores. Quem possui imóveis no Setor 1 deve fazer a retirada de entulhos, galhadas, restos de construção – todo tipo de lixo – dos quintais até o próximo domingo (27), deixando tudo na frente do imóvel. A partir de segunda (28), os caminhões da prefeitura farão a coleta. O mesmo procedimento deverá ocorrer no Setor 2, em data ainda a ser definida para a retirada dos entulhos pelos moradores.



O mutirão envolve pelo menos cem pessoas das secretarias participantes. “O mais importante é o engajamento da população, que deverá fazer a limpeza dos quintais”, avalia Ivo Benites, coordenador do Departamento de Controle de Vetores da Secretaria Municipal de Saúde. “É uma corrente, sendo que os moradores constituem o principal elo”, observa.



A dengue e o caramujo africano são sempre motivo de preocupação das autoridades da área de saúde pública. Em Caarapó, no ano passado, foram notificados 39 casos de dengue clássica, resultando em sete confirmações da doença. Neste ano, foram notificados cinco casos, com uma confirmação. “Porém, em abril registramos uma infestação de 1,64% dos Aedes aegypti, o que é motivo de preocupação, tendo em vista o índice aceitável é de 1%, conforme preconiza a Organização Mundial de Saúde”, pondera Benites.



A boa notícia é que, apesar dos casos confirmados no ano passado e neste ano, não foram registrados óbitos por conta da dengue. Também não foi registrado nenhum caso da forma hemorrágica. “Mas é preciso cuidar, prevenir, e para isso é fundamental a participação da população nas ações que estão sendo realizadas no município”, concluiu o coordenador do Departamento de Controle de Vetores da Secretaria Municipal de Saúde.

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